OFICINAS VIRTUAIS

Cinema Instantâneo em Casa, com Nivaldo Rodrigues (PB)

O Movimento Cinema Instantâneo (C.I.) teve início em agosto de 2018 e já conta com um portfólio de 21 filmes. Trata-se de uma proposta de autoaprendizado, resistência e experimentação da produção audiovisual.
Aspectos como coletividade, tradução intersemiótica e um pujante dialogismo local tem levado às telas produções premiadas realizadas em vários estados brasileiros, para festivais e mostra no Brasil e no exterior.

“A proposta da oficina Cinema Instantâneo em Casa” visa compartilhar práticas e experimentos entre os participantes à apreensão das metodologias ativas utilizadas na produção audiovisual do C.I
Durante a realização da oficina três curtas do C.I servirão de guia aos desafios que serão propostos aos participantes de produzir atos fílmicos em casa para posterior debate e encaminhamentos.

Nivaldo Rodrigues é professor e pesquisador da interface cinema e literatura. Desenvolve investigações e oficinas com ênfase na atuação, dramaturgia e roteiro e, em especial, no espectador. Membro do Movimento Cinema Instantâneo, participa de curadorias educativas em audiovisual e artes. É editor da Revista Expectação: itinerários estéticos.

Dia: 06 a 11 de julho
Horário: 10h – 12h
Duração: 16 horas.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
VAGAS: 15

Cinema Instantâneo em Casa, com Nivaldo Rodrigues (PB)

O Movimento Cinema Instantâneo (C.I.) teve início em agosto de 2018 e já conta com um portfólio de 21 filmes. Trata-se de uma proposta de autoaprendizado, resistência e experimentação da produção audiovisual.
Aspectos como coletividade, tradução intersemiótica e um pujante dialogismo local tem levado às telas produções premiadas realizadas em vários estados brasileiros, para festivais e mostra no Brasil e no exterior.

“A proposta da oficina Cinema Instantâneo em Casa” visa compartilhar práticas e experimentos entre os participantes à apreensão das metodologias ativas utilizadas na produção audiovisual do C.I
Durante a realização da oficina três curtas do C.I servirão de guia aos desafios que serão propostos aos participantes de produzir atos fílmicos em casa para posterior debate e encaminhamentos.

Nivaldo Rodrigues é professor e pesquisador da interface cinema e literatura. Desenvolve investigações e oficinas com ênfase na atuação, dramaturgia e roteiro e, em especial, no espectador. Membro do Movimento Cinema Instantâneo, participa de curadorias educativas em audiovisual e artes. É editor da Revista Expectação: itinerários estéticos.

Dia: 06 a 11 de julho
Horário: 10h – 12h
Duração: 16 horas.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
VAGAS: 15

Dia: 09 de julho
Horário: 15h – 18h
Duração: 3 horas.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
Vagas: 15

Oficina: Design de cartazes no cinema, com Erick Marinho (PE)

“Design de cartazes de cinema – o desafio de expressar um filme em uma folha. Conceitos do design na composição de cartazes cinematográficos. Nível: básico/iniciantes.

Erick Marinho, nasceu em Recife, capital de Pernambuco, formado em eletrotécnica no IFPE e Design Free lancer a mais de 8 anos. Atualmente cursa graduação em Design na UFPE – CAA. Já participou de várias produções de curta metragens como ator, como exemplo, “Lobisomem fí do cão” (2007) e “Coisinhas de Noel” (2009). Recentemente escreveu o roteiro de Mammon e fez a direção de arte (2018). Produziu curtas experimentais como “Rape” (2018) e “USB Black noise revolt” (2018) em conjunto com a UFPE como projetos da cadeira de “Cinema Experimental” os quais foram inscritos em festivais como, o “Festival do Minuto” entre outros. Entusiasta do cinema, empenha-se nas estreitas dimensões entre o design e o cinema, suas maiores paixões.

Oficina: Design de cartazes no cinema, com Erick Marinho (PE)

“Design de cartazes de cinema – o desafio de expressar um filme em uma folha. Conceitos do design na composição de cartazes cinematográficos. Nível: básico/iniciantes.

Erick Marinho, nasceu em Recife, capital de Pernambuco, formado em eletrotécnica no IFPE e Design Free lancer a mais de 8 anos. Atualmente cursa graduação em Design na UFPE – CAA. Já participou de várias produções de curta metragens como ator, como exemplo, “Lobisomem fí do cão” (2007) e “Coisinhas de Noel” (2009). Recentemente escreveu o roteiro de Mammon e fez a direção de arte (2018). Produziu curtas experimentais como “Rape” (2018) e “USB Black noise revolt” (2018) em conjunto com a UFPE como projetos da cadeira de “Cinema Experimental” os quais foram inscritos em festivais como, o “Festival do Minuto” entre outros. Entusiasta do cinema, empenha-se nas estreitas dimensões entre o design e o cinema, suas maiores paixões.

Dia: 09 de julho
Horário: 15h – 18h
Duração: 3 horas.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
Vagas: 15

Oficina: Direção de Arte para Cinema, com Ricardo Peres (SP)

Compreender os vários ‘papeis’ exigidos ao Diretor(a) de Arte, suas relações com os demais membros da equipe, principalmente com o/a diretor(a) do filme o trabalho com o texto para fins de dramaturgia da cena. Definir com clareza e objetividade a concepção e construção da obra fílmica pretendida e o melhor aproveitamento dos elementos cênicos disponíveis ou necessários. Finalmente identificar qual a melhor forma de contribuir com o trabalho de criação do filme para atingir a finalidade pretendida e coerente com a obra em realização.

OBJETIVOS DA OFICINA
Situar historicamente o surgimento da Direção de Arte.
O papel do(a) diretor(a) do(a) Diretor(a) de Arte e sua equipe;
Conceitos básicos aplicados para a construção de um painel semântico;
Análise técnica do roteiro, do ponto de vista da direção de arte;
Perceber panoramicamente a evolução da cena e das várias possibilidades de expressão e linguagens cênicas a favor da Direção de Arte.

Ricardo Peres é Diretor, Diretor de Arte e Fotógrafo, é sócio da Araweté Filmes, e fundador da Septembre Filmes. Professor de Direção e Direção de Arte no Instituto de Cinema. É um dos idealizadores do Cinema Instantâneo, um movimento cinematográfico que busca maneiras viáveis de produzir.

Dia: 09 e 10 de julho Horário: 10h – 13h
Duração: 6 horas.
Público alvo: estudantes de cinema.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
VAGAS: 15

Oficina: Direção de Arte para Cinema, com Ricardo Peres (SP)

Compreender os vários ‘papeis’ exigidos ao Diretor(a) de Arte, suas relações com os demais membros da equipe, principalmente com o/a diretor(a) do filme o trabalho com o texto para fins de dramaturgia da cena. Definir com clareza e objetividade a concepção e construção da obra fílmica pretendida e o melhor aproveitamento dos elementos cênicos disponíveis ou necessários. Finalmente identificar qual a melhor forma de contribuir com o trabalho de criação do filme para atingir a finalidade pretendida e coerente com a obra em realização.

OBJETIVOS DA OFICINA
Situar historicamente o surgimento da Direção de Arte.
O papel do(a) diretor(a) do(a) Diretor(a) de Arte e sua equipe;
Conceitos básicos aplicados para a construção de um painel semântico;
Análise técnica do roteiro, do ponto de vista da direção de arte;
Perceber panoramicamente a evolução da cena e das várias possibilidades de expressão e linguagens cênicas a favor da Direção de Arte.

Ricardo Peres é Diretor, Diretor de Arte e Fotógrafo, é sócio da Araweté Filmes, e fundador da Septembre Filmes. Professor de Direção e Direção de Arte no Instituto de Cinema. É um dos idealizadores do Cinema Instantâneo, um movimento cinematográfico que busca maneiras viáveis de produzir.

Dia: 09 e 10 de julho Horário: 10h – 13h
Duração: 6 horas.
Público alvo: estudantes de cinema.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
VAGAS: 15

Dia: 11 de Julho Horário: 10h – 13h
Duração: 3 horas.
Público alvo: atores e para quem tem interesse em atuação.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
VAGAS: 15

Oficina: Expressão Vocal no Cinema, com Taila Albuquerque (SP)

Seja para um ator profissional ou para quem atua pela primeira vez em um filme, transmitir credibilidade em frente às câmeras pode ser uma tarefa difícil. Muitos sofrem neste momento e este sofrimento acontece, pois no cinema vivemos uma situação pré-estabelecida e já “construída” que precisa chegar ao telespectador de forma natural e verdadeira.  No Workshop expressão vocal no cinema vamos entender os mecanismos fisiológicos da produção vocal e como conhecer seus recursos podem favorecer o ator em sua expressividade cinematográfica.

Taila Albuquerque, é de Diadema/SP. É atriz e Fonoaudióloga. Na Televisão trabalhou como preparadora vocal na TV Record. No teatro como atriz destaca-se as montagens, “Juiz de Paz na Roça”, de Martins Pena; “A Mandrágora”, de Nicolau Maquiavel. Atuou e foi assistente de direção no espetáculo “Senhor Dodói”, de Angelo Brandini. Atuou e produziu a peça infantil, “Rei Solimão e a Rainha de Jabá”. Foi produtor executivo do grupo “Risos e Bocas” de teatro, grupo este que ficou em 2ª lugar na Mostra de Artes de Diadema por duas vezes consecutivas, além de participarem da “Virada Cultural” de São Paulo. Realizou a produção de arte do curta-metragem “Madame” de Francisco Glauter e atuou no curta-metragem “Balde de ilusões”.

Oficina: Expressão Vocal no Cinema, com Taila Albuquerque (SP)

Seja para um ator profissional ou para quem atua pela primeira vez em um filme, transmitir credibilidade em frente às câmeras pode ser uma tarefa difícil. Muitos sofrem neste momento e este sofrimento acontece, pois no cinema vivemos uma situação pré-estabelecida e já “construída” que precisa chegar ao telespectador de forma natural e verdadeira.  No Workshop expressão vocal no cinema vamos entender os mecanismos fisiológicos da produção vocal e como conhecer seus recursos podem favorecer o ator em sua expressividade cinematográfica.

Taila Albuquerque, é de Diadema/SP. É atriz e Fonoaudióloga. Na Televisão trabalhou como preparadora vocal na TV Record. No teatro como atriz destaca-se as montagens, “Juiz de Paz na Roça”, de Martins Pena; “A Mandrágora”, de Nicolau Maquiavel. Atuou e foi assistente de direção no espetáculo “Senhor Dodói”, de Angelo Brandini. Atuou e produziu a peça infantil, “Rei Solimão e a Rainha de Jabá”. Foi produtor executivo do grupo “Risos e Bocas” de teatro, grupo este que ficou em 2ª lugar na Mostra de Artes de Diadema por duas vezes consecutivas, além de participarem da “Virada Cultural” de São Paulo. Realizou a produção de arte do curta-metragem “Madame” de Francisco Glauter e atuou no curta-metragem “Balde de ilusões”.

Dia: 11 de Julho Horário: 10h – 13h
Duração: 3 horas.
Público alvo: atores e para quem tem interesse em atuação.
Faixa de idade: a partir de 16 anos.
VAGAS: 15

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