Júri Oficial

Mostra Animação

Marcicleide Ramos

Graduada em Rádio e TV pela Universidade Federal da Paraíba (2009), com Especialização em Telejornalismo pela Faculdade FESP (2012) e Mestre em Comunicação e Culturas Midiáticas pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB (2017). Foi coordenadora pedagógica, editora e oficineira dos projetos Paraíba Cine Senhor (2010 – 2017) e Meu Olhar, Minha Realidade (2019). Atuou na coordenação pedagógica da Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Mundo (2015 – 2017). Dirigiu vídeo aulas do Curso de Pedagogia na Modalidade a Distância (UAB/UFPB Virtual – 2010), do Projeto Africanidade (Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné Bissau / 2011 – 2012) e do Mestrado Profissional de Gestão em Organização de Aprendentes (MPGOA / 2012 – 2013), todos da UFPB. Na televisão, fez a produção do programa Zuada (TV UFPB), estagiou na central de jornalismo da TV Cabo Branco (Afiliada da Rede Globo) e foi produtora na TV Correio (Afiliada Record).

Laércio Filho

Cineasta paraibano, coordena a Mostra Acauã de Audiovisual, realizada na lendária fazenda Acauã, no município de Aparecida no sertão paraibano. Ganhador de vários prêmios na carreira profissional. Seu primeiro filme de ficção, “Antoninha”, circula em festivais nacionais e internacionais. A estatueta mais recente do curta é a de melhor filme da categoria Cinema Independente da Mostra Pequi de Audiovisual realizada na cidade de Montes Claros, em Minas Gerais.
Outros trabalhos de destaque do cineasta paraibano é a animação “Uma Aventura na Caatinga” e ainda, vem sendo selecionado para importantes festivais de cinema no país. Foi indicado ao troféu “Cacto de Ouro” em seis categorias no Encontro Nacional de Cinema e Vídeos dos Sertões de Floriano, no Piauí.

Vinícius Neves

Bacharel em Audiovisual pelo SENAC-SP, atualmente é arte-educador. Polivalente já trabalhou como assistente de iluminação na Rede Globo nos programas “Domingão do Faustão”, “Programa do Jô” e “Altas Horas”, na produtora Zoe Films como assistente de produção realizando vídeos para clientes como: Google, Puma, Nespresso, Vivo Bombril e TV Cultura, onde ajudou na produção da série animada infantil “Eu e o Quarteto Apavorante”. Foi conselheiro de cultura em Diadema representando a linguagem do Audiovisual, além de ter colaborado na 1ª edição do FestCiMM.

Vinicius Neves

Bacharel em Audiovisual pelo SENAC-SP, atualmente é arte-educador. Polivalente já trabalhou como assistente de iluminação na Rede Globo nos programas “Domingão do Faustão”, “Programa do Jô” e “Altas Horas”, na produtora Zoe Films como assistente de produção realizando vídeos para clientes como: Google, Puma, Nespresso, Vivo Bombril e TV Cultura, onde ajudou na produção da série animada infantil “Eu e o Quarteto Apavorante”. Foi conselheiro de cultura em Diadema representando a linguagem do Audiovisual, além de ter colaborado na 1ª edição do FestCiMM.

Amanda Ramos

Graduada em Rádio e TV pela Universidade Federal da Paraíba (2009), com Especialização em Telejornalismo pela Faculdade FESP (2012) e Mestre em Comunicação e Culturas Midiáticas pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB (2017). Foi coordenadora pedagógica, editora e oficineira dos projetos Paraíba Cine Senhor (2010 – 2017) e Meu Olhar, Minha Realidade (2019). Atuou na coordenação pedagógica da Mostra de Cinema e Direitos Humanos no Mundo (2015 – 2017). Dirigiu vídeo aulas do Curso de Pedagogia na Modalidade a Distância (UAB/UFPB Virtual – 2010), do Projeto Africanidade (Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné Bissau / 2011 – 2012) e do Mestrado Profissional de Gestão em Organização de Aprendentes (MPGOA / 2012 – 2013), todos da UFPB. Na televisão, fez a produção do programa Zuada (TV UFPB), estagiou na central de jornalismo da TV Cabo Branco (Afiliada da Rede Globo) e foi produtora na TV Correio (Afiliada Record).

Mostra Brasil

Clarissa kuschnir

Jornalista especializada em cinema que atua em várias áreas como: repórter, crítica, assessora de imprensa, curadora e júri em festivais! Começou trabalhando nas extintas Sci-Fi News e Sci- Fi News Cinema. Passou pelos sites E-pipoca, foi colunista no Digestivo Cultural. DVD Magazine e repórter da Revista VER VIDEO. Atuou também como assessora e produtora no Projeto Cinemagia, onde levava cinema para diversos hospitais públicos, privados e casas de instituições de São Paulo. Como assessora de imprensa trabalhou na Focus Filmes, Flashstar, A2 Filmes e na plataforma nacional de videos on demand Looke! Fez parte da Revista Preview dese a edição número 2, por onde permaneceu durante 9 anos. atuando na área de negócios, fazendo matérias especiais e cobrindo festivais pelo Brasil.

Amanda Ramos

Cientista Social com formação pela UFRPE, dedica-se ao audiovisual desde 2007, primeiramente atuando como cineclubista e em seguida trabalhando como produtora ou curadora em festivais e mostras de cinema. Na curadoria de filmes trabalhou em projetos como o cineCabeça (2010), Às Escuras – Mostra Erótica de Cinema Acessível, Semana Arte Mulher, Curta na Serra – Mostra de Cinema ao Ar Livre e na Periférica – Mostra de Cinema de Camaragibe. Também participou da equipe curatorial de mostras competitivas de festivais, como o Festival de Cinema de Triunfo (2016 e 2019), o Festival de Curtas de Pernambuco – FestCine (2017) e o Curta Taquary – Festival Internacional de Curtas-metragens (2018 e 2019). Contribuiu com as curadorias dos cineclubes AZouganda (Nazaré da Mata), Banquete (Recife), Curta Doze e Meia (Centro Cultural Correios), VouVer Filmes (Instituto dos Cegos de PE) e CasaFarol (Amaro Branco, Olinda). Além disso, já integrou júris de mostras competitivas em diversos festivais de cinema. Na produção compôs a equipe de mostras, como a Canavial de Cinema (2011), Incenso na Escola, Cinema na Estrada (2016), Mostra de Cinema do Festival de Inverno de Garanhuns (2016 e 2017), Poesia na Tela, e coordena há anos equipes em festivais, a exemplo do Curta Taquary e Festival de Cinema de Triunfo.

Amanda Ramos

Cientista Social com formação pela UFRPE, dedica-se ao audiovisual desde 2007, primeiramente atuando como cineclubista e em seguida trabalhando como produtora ou curadora em festivais e mostras de cinema. Na curadoria de filmes trabalhou em projetos como o cineCabeça (2010), Às Escuras – Mostra Erótica de Cinema Acessível, Semana Arte Mulher, Curta na Serra – Mostra de Cinema ao Ar Livre e na Periférica – Mostra de Cinema de Camaragibe. Também participou da equipe curatorial de mostras competitivas de festivais, como o Festival de Cinema de Triunfo (2016 e 2019), o Festival de Curtas de Pernambuco – FestCine (2017) e o Curta Taquary – Festival Internacional de Curtas-metragens (2018 e 2019). Contribuiu com as curadorias dos cineclubes AZouganda (Nazaré da Mata), Banquete (Recife), Curta Doze e Meia (Centro Cultural Correios), VouVer Filmes (Instituto dos Cegos de PE) e CasaFarol (Amaro Branco, Olinda). Além disso, já integrou júris de mostras competitivas em diversos festivais de cinema. Na produção compôs a equipe de mostras, como a Canavial de Cinema (2011), Incenso na Escola, Cinema na Estrada (2016), Mostra de Cinema do Festival de Inverno de Garanhuns (2016 e 2017), Poesia na Tela, e coordena há anos equipes em festivais, a exemplo do Curta Taquary e Festival de Cinema de Triunfo.

Alexandre Soares Taquary

é produtor audiovisual, diretor dos festivais Curta Taquary e Criancine. Estudou “Guion cinematográfico” e “Curadoria, gestão e network de festivais de cinema” na EICTV – Escuela internacional de Cine e TV de San Antonio de los baños (Cuba). Assinou a produção da série “Giga” e dos longas da Trilogia Cinza de Taciano Valério, exibidos em Tiradentes e Brasília. Produziu o curta em 16mm “Repulsa” de Eduardo Morotó, coproduziu os curtas “O Esquema” de Caio Dornelas, “Capela” de Ramon Batista. “Dos filhos deste Solo és Mãe” de Antonio Fargoni e A moça que dançou com o Diabo” de João Paulo Miranda, exibidos em  competição em diversos festivais nacionais e internacionais entre eles: Cannes, Biarritz (França), Busan (Coréia do Sul), Havana (Cuba), Olhar de cinema (PR) e Curta Cinema (RJ). Colaborou com a curadoria dos festivais internacionais: Thessaloniki LGBTQ int. film festival (Grécia) Hacelo Corto (Argentina), Antofadocs e Muestra Polo Sur (Chile). Atualmente dedica-se na produção do curta em 16mm “Sonhos” de Chico Lacerda e na pré-produção do longa de Eduardo Morotó “Irmãos Karaíba”.

Wilson Julião

Artista interessado em ações transdisciplinares, com formação, interesse e trabalho nas áreas do teatro, audiovisual, dança e dança para crianças pequenas, ação cultural e programas públicos em arte e cultura. Formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul e pela Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André. Roteirista de “Os alvos que queremos virgens”, com direção de Diaullas Ulysses, protagonizado por Antônio Petrin e Maurício Santana. Roteirizou e co-dirigiu com Fábio Zerloti o média-metragem “Tomé”, ambos premiados com o Fundo de Assistência à Cultura de Santo André. Trabalhou com o mestre de butoh Min Tanaka (Japão) no espetáculo “A Conquista”, de Antonin Artaud, em São Paulo e Japão. Trabalhou com a Fraternal Companhia e com o Teatro Cáustico, com o qual apresentou o monólogo “A Construção”, de Franz Kafka, no Brasil e Itália. Com o Coletivo Bruto, integrou  “Guerra Cega Simplex, Feche os olhos e Voe ou Guerra Malvada”, de Fritz Kater  e “O que está aqui é o que sobrou”. Tem trabalhado com o Núcleo Quanta em ações transdisciplinares nos espetáculos “EmQuanta (premiado no RUMOS Itaú Cultural) e QuantaJam – Joseph Beuys, para crianças de 0 a 5 anos. É gerente da Fábrica de Cultura Diadema, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Wilson Julião

Artista interessado em ações transdisciplinares, com formação, interesse e trabalho nas áreas do teatro, audiovisual, dança e dança para crianças pequenas, ação cultural e programas públicos em arte e cultura. Formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul e pela Escola Livre de Cinema e Vídeo de Santo André. Roteirista de “Os alvos que queremos virgens”, com direção de Diaullas Ulysses, protagonizado por Antônio Petrin e Maurício Santana. Roteirizou e co-dirigiu com Fábio Zerloti o média-metragem “Tomé”, ambos premiados com o Fundo de Assistência à Cultura de Santo André. Trabalhou com o mestre de butoh Min Tanaka (Japão) no espetáculo “A Conquista”, de Antonin Artaud, em São Paulo e Japão. Trabalhou com a Fraternal Companhia e com o Teatro Cáustico, com o qual apresentou o monólogo “A Construção”, de Franz Kafka, no Brasil e Itália. Com o Coletivo Bruto, integrou  “Guerra Cega Simplex, Feche os olhos e Voe ou Guerra Malvada”, de Fritz Kater  e “O que está aqui é o que sobrou”. Tem trabalhado com o Núcleo Quanta em ações transdisciplinares nos espetáculos “EmQuanta (premiado no RUMOS Itaú Cultural) e QuantaJam – Joseph Beuys, para crianças de 0 a 5 anos. É gerente da Fábrica de Cultura Diadema, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

Mostra Internacional

Tommy Germain

Tommy Germain Cineasta e Ator, nascido e criado em Camarões, se formou em letras pela Universidade de YAOUNDE – Camarões, trabalhou inicialmente como comentarista esportivo na Radio e TV Camaronesa. No Brasil se formou em teatro e cinema, depois foi para New York –EUA estudar numa das maiores escolas de Atores do mundo ACTORS STUDIO em NEW YORK, destacou-se em várias produções, de filmes, comerciais de TV, seriados de TV, peças de teatro, palestrante e professor de teatro em vários workshops de teatro no Brasil, África e nos estados unidos como dentro e ao redor da América Latina. É Idealizador e curador do Festival de cinema Africano KILIMANJARO em são Paulo.

Oliver Stiller Oliver Stiller

estudou Administração Internacional. Depois de realizar curtas-metragens como “Vagabund”, ele está atualmente escrevendo um roteiro para o filme cênico-alemão-mexicano “Das Leben hat noch Schulden”. O curta de documentário “Esperanza 43”, dirigido por Oliver Stiller sobre os estudantes seqüestrados e provavelmente assassinados de Ayotzinapa / México ganhou o German German Movie Movie Award (Deutscher Menschenrechts- Filmpreis) em 2016 na categoria curta-metragem. “Exodus” é o novo documentário de curta de Oliver Stiller.

Oliver Stiller Oliver Stiller

estudou Administração Internacional. Depois de realizar curtas-metragens como “Vagabund”, ele está atualmente escrevendo um roteiro para o filme cênico-alemão-mexicano “Das Leben hat noch Schulden”. O curta de documentário “Esperanza 43”, dirigido por Oliver Stiller sobre os estudantes seqüestrados e provavelmente assassinados de Ayotzinapa / México ganhou o German German Movie Movie Award (Deutscher Menschenrechts- Filmpreis) em 2016 na categoria curta-metragem. “Exodus” é o novo documentário de curta de Oliver Stiller.

João paulo Campos

João Paulo Campos é crítico, pesquisador e programador de cinema. Tem se dedicado ao estudo do cinema brasileiro contemporâneo na Universidade de São Paulo, com ênfase na obra do cineasta Adirley Queirós. Integra a diretoria colegiada da Associação de Documentaristas e Curtametragistas do Brasil – São Paulo (ABD-SP). Faz parte do coletivo Zagaia (SP), colaborando na edição e redação da Zagaia em Revista. Entre 2016 e 2020, foi redator da revista de cinema Rocinante (MG). Trabalhou como curador e assistente de curadoria de mostras, cineclubes e festivais, como cinefronteira (MG), cinecubo (SP), Mostra de Tiradentes (MG) e São Paulo – Cinema Anônimo (SP – MG).

Mostra no Meio da Noite

Caio Luiz

nasceu em Santo André, fez parte da primeira turma do Centro Audiovisual de São Bernardo e é formado em jornalismo. Atuou como repórter cultural no extinto jornal ABCD Maior por cinco anos, periódico focado no dia a dia da região do ABC Paulista.

No segmento audiovisual, realizou uma série de roteiros para curtas-metragens, vídeos institucionais e clipes. Atualmente é repórter do Jornal Destak e escreve sobre música, cinema, quadrinhos e livros.

Caio Luiz

nasceu em Santo André, fez parte da primeira turma do Centro Audiovisual de São Bernardo e é formado em jornalismo. Atuou como repórter cultural no extinto jornal ABCD Maior por cinco anos, periódico focado no dia a dia da região do ABC Paulista.

No segmento audiovisual, realizou uma série de roteiros para curtas-metragens, vídeos institucionais e clipes. Atualmente é repórter do Jornal Destak e escreve sobre música, cinema, quadrinhos e livros.

Bea Costa

estudou Cine&TV pelo CAV (Centro de Audiovisual de São Bernardo do Campo) e atua com Fotografia e Edição. Compreende o audiovisual como potente ferramenta de “contar histórias” e com os curtas “Laranjas” (Dir. Fotografia e Edição), “Elisa” (Dir. Fotografia), “Benzê” (Dir. Fotografia) e “sobrefogo” (Dir. Arte, Produção, Produção de Elenco)  iniciou sua caminhada no cinema independente.”

Gilberto Caetano

Formado em Publicidade e Propaganda na Universidade Metodista e Roteiro na Escola Livre de Cinema de Santo André. É Editor, Roteirista, Arte-educador e Contista.
Produz audiovisual desde a década de 2000. Sócio fundador da produtora Cavalo Marinho Audiovisual, onde realizou diversos filmes entre ficção, documentário e animação. Atuando também na formação através do projeto Jamac Cinema Digital.

 

Gilberto Caetano

Formado em Publicidade e Propaganda na Universidade Metodista e Roteiro na Escola Livre de Cinema de Santo André. É Editor, Roteirista, Arte-educador e Contista.
Produz audiovisual desde a década de 2000. Sócio fundador da produtora Cavalo Marinho Audiovisual, onde realizou diversos filmes entre ficção, documentário e animação. Atuando também na formação através do projeto Jamac Cinema Digital.

 

Ana Andrade

é estudante de audiovisual e trabalha atualmente nas áreas de direção de fotografia e edição. Estudou cinema no CAV (Centro de Audiovisual de SBC) e pode produzir curtas como “Elisa” (Direção e edição) e “Benzê” (Direção e edição) e  enxerga o cinema como uma das melhores formas de entender a sociedade, e mais do que isso, de mostrá-la ao mundo através de sua perspectiva.

Júri de Cartaz

Sophia de Oliveira Costa e Silva.

Designer formada na UFPE em 1999 e mestrado em Antropologia na UFPE (2005), em ambos pesquisando e analisando graficamente as embalagens de Fogos de Artifício. Exerceu o design gráfico em vários projetos como autônoma, foi a designer responsável pela revista Surfpress e da marca Mentor Surf Wear. Desde 2006 atua como professora no curso de Design do Campus Acadêmico do Agreste (UFPE), em Caruaru/PE, onde ensina Planejamento Visual e Design Editorial.

Sophia de Oliveira Costa e Silva.

Designer formada na UFPE em 1999 e mestrado em Antropologia na UFPE (2005), em ambos pesquisando e analisando graficamente as embalagens de Fogos de Artifício. Exerceu o design gráfico em vários projetos como autônoma, foi a designer responsável pela revista Surfpress e da marca Mentor Surf Wear. Desde 2006 atua como professora no curso de Design do Campus Acadêmico do Agreste (UFPE), em Caruaru/PE, onde ensina Planejamento Visual e Design Editorial.

Glenda Gomes Cabral

Formada em design pela UFPE e mestre em Design pela mesma instituição sendo especializada em Gestão do Design. É professora efetiva da UFPE-CA desde 2009, onde ministra disciplinas como Gestão de Design e Design Experiencial. Atualmente é uma das gestoras do laboratório USINA Design, especializado em trabalhos gráficos para atender tanto à comunidade acadêmica, bem como projetos sociais.

Luciana Freire

É docente da UFPE, em especial, na disciplina de Design de Interfaces Digitais. Atua no laboratório da Usina Design em projetos de pesquisa, extensão e orientação de discentes. Toda a sua formação tem fundamentos em design da informação para sistemas  impressos e digitais. Já desenvolveu projetos profissionais para instituições, como o CESAR, UNESCO, entre outros. Além de tudo, é apaixonada por cinema.

Luciana Freire

É docente da UFPE, em especial, na disciplina de Design de Interfaces Digitais. Atua no laboratório da Usina Design em projetos de pesquisa, extensão e orientação de discentes. Toda a sua formação tem fundamentos em design da informação para sistemas  impressos e digitais. Já desenvolveu projetos profissionais para instituições, como o CESAR, UNESCO, entre outros. Além de tudo, é apaixonada por cinema.

Júri da Crítica (ACCiRN)

Sihan Felix

Sihan Felix é professor, pós-graduado em cinema e atuante como crítico desde 2008, sendo membro da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) e cofundador e atual presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN). Participa como curador e jurado em festivais e, paralelo à crítica, é compositor, montador, roteirista, diretor e produtor, com músicas e curtas-metragens selecionados e premiados dentro e fora do país. É membro, também, da Associação Cultural Cineclube Natal e da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas do Rio Grande do Norte. Como crítico, foi redator de diversos portais e jornais, passou pela distribuidora Versátil Home Video e, atualmente, escreve para o Canaltech, vencedor do Prêmio Influenciadores Digitais em 2018 e 2019.

Marcela Freire

Marcela Freire é publicitária, pós-graduada em cinema pela Universidade Federeal do Rio Grande do Norte e atua como crítica desde 2016, para o site SetCenas. É membro da diretoria da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) e participa como curadora e jurada de festivais e mostras representando a entidade.

Marcela Freire

Marcela Freire é publicitária, pós-graduada em cinema pela Universidade Federeal do Rio Grande do Norte e atua como crítica desde 2016, para o site SetCenas. É membro da diretoria da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) e participa como curadora e jurada de festivais e mostras representando a entidade.

Igor Gomes

Igor Gomes é graduado em Comunicação Social: Produção Audiovisual pela Universidade Potiguar (UnP). Atuou como diretor de fotografia de curtas-metragens selecionados e premiados em diversos festivais e na produção de vídeos para a Internet. É membro fundador da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN) e escreve críticas para o Demonstre.

Realização

MAGOTE

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