JURI MOSTRA INTERNACIONAL

Tommy Germain Cineasta e Ator, nascido e criado em Camarões, se formou em letras pela Universidade de YAOUNDE – Camarões, trabalhou inicialmente como comentarista esportivo na Radio e TV Camaronesa. No Brasil se formou em teatro e cinema, depois foi para New York – EUA estudar numa das maiores escolas de Atores do mundo ACTORS STUDIO. Destacou-se em várias produções, de filmes, comerciais de TV, seriados de TV, peças de teatro, palestrante e professor de teatro em vários workshops de teatro no Brasil, África e nos Estados Unidos como dentro e ao redor da América Latina. É Idealizador e curador do Festival de cinema Africano #KILIMANJARO em são Paulo.

 

Georges Senga é fotógrafo, (República Democrática do Congo) é formado em letras pela Universidade de Lubumbashi. Seu trabalho explora resquícios afetivos em paisagens abandonadas. Participou das bienais de Lubumbashi (2010 e 2015), Bamako (2011 e 2015) e Kampala (2014), e de festivais e exposições em diversos países africanos e europeus, como África do Sul, Etiópia, Espanha e Suíça.

Thaiz Araújo Freitas. É Arte – educadora formada em Licenciatura em Artes Visuais e bacharelado em Cinema e Audiovisual na UFJF. Atualmente é professora de Artes na rede pública estadual de ensino de São Paulo e também mestranda no programa de pós-graduação em Artes, Cultura e Linguagens (UFJF). Pesquisa educação, cinema, arquivo, ensaio e suas hibridizações enquanto linguagem artística a partir da obra audiovisual do cineasta e artista visual Harun Farocki.

JURI MOSTRA BRASIL

Murilo Morais Oliveira. É editor e crítico da Zagaia em Revista, escritor e montador de cinema. Foi Júri-Jovem do XVI Panorama Coisa de Cinema (BA) e da 23ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

Breno Cesar. É natural de Caruaru-PE, graduado em Arte e Mídia pela UFCG e desde 2007 vive em Recife, onde integra à produtora FAUNO. Diretor de fotografia em curtas, longas e séries para tv, tendo recebido prêmios em festivais pelo país. Alguns dos trabalhos mais expressivos são os longas: “A Luta do Século” de Sérgio Machado,  “Casa” de Letícia Simões, “Organismo” de Jeorge Pereira, “A Seita” de André Antônio, “Frei Damião” de Deby Brennand, “Onde Borges Tudo Vê” de Taciano Valério;  as séries para tv: “Fim do Mundo” e “Lama dos Dias” ambas de Hilton Lacerda; e os curtas: “Aqueles Dois” de Emerson Maranhão, “Gerônimo” de Anny Stone, “Sophia” de Kennel Rógis, “Tubarão” de Leo Tabosa, “Cancha” de Luciano Mariz, entre outros.

Amanda Mansur. É professora do Centro Acadêmico do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Possui Mestrado e Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco e Pós-doutorado na University of Reading, no Reino Unido. Ministra disciplinas, oficinas e minicursos sobre teoria e prática do audiovisual, além de atuar na área como produtora, diretora, e continuísta. É coordenadora do Laboratório de Imagem e Som do Agreste (LAISA), grupo de pesquisa certificado pelo CNPq. É autora dos livros O Novo Ciclo de Cinema em Pernambuco: a questão do estilo, lançado pela Editora Universitária da UFPE (2010), A Aventura do Baile Perfumado, lançado pela CEPE (2016) e A Brodagem do Cinema em Pernambuco (2019), pela Editora Massangana. Atualmente atua como Vice-coordenadora do Cinema da UFPE e é membro do colegiado de Comunicação Social.

JURI MOSTRA NO MEIO DA NOITE

Joel Caetano. É diretor, roteirista e ator de curta-metragens premiados como “GATO” (2009), “ENCOSTO” (2013), “JUDAS” (2015), “CASULOS” (2017), “INSIDE” (2018), “SCRATCHES” (2018) e “COVA HUMANA” (2019) que foram exibidos em centenas de festivais pelo mundo. É também diretor de “A loira do Banheiro”, segmento assustador do longa-metragem de antologia “As Fábulas Negras” (2015) que tem nomes como Rodrigo Aragão, Petter Baiestorf e José Mojica Marins, o eterno Zé do Caixão na direção. Em 2019 Joel participou da antologia em quadrinhos VHS – Vídeo Horror Show, que em 2020 acabou ganhando o prêmio HQMIX de Melhor Publicação Independente em Grupo. Seu conhecimento sobre cinema e efeitos especiais lhe proporcionou diversos trabalhos no setor, com destaque para os efeitos visuais do filme “O cemitério das Almas Perdidas” (2020) de Rodrigo Aragão, função que também executou na série “Noturnos” (2020) do canal Brasil, dirigida por Marco Dutra e Caetano Gotardo. Os filmes “JUDAS” e “ENCOSTO”, dirigidos por Joel estão na programação do canal SPACE Brasil, onde foram reprisados diversas vezes no ano de 2020. Joel também trabalha como educador, ministrando oficinas e palestras de cinema por todo país. Além disso, também desenvolve instalações artísticas sobre cinema.

Manuela Aguiar. É Natural de Campina Grande-PB. Professora e fotógrafa. Atua entre os estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. Em 2005 ganhou o Prêmio Imagens dos Carris. Ativista LGBTQI+ tem registrado as resistências históricas do movimento LGBTQI+ no contexto acadêmico Grupos de pesquisas GELEN (grupo de estudos literários em escrituras negras – CG) e de estudos e pesquisas em história dos corpos e das sensibilidades. É organizadora do Seminário Regional de escrituras negras — 2019 e da Semana LGBTQI+ e falas da diversidade – 2019.

Fábio Rogério. É roteirista, diretor, produtor e montador de seis curtas-metragens que foram exibidos em festivais de cinema de mais de 25 países e recebeu dezenas de prêmios. Filmografia: Nadir (2019); Impávido Colosso (2018) co-direção com Marcelo Ikeda; O Brado Retumbante (2016) co-direção com Marcelo Ikeda; Operação Cajueiro, um carnaval de torturas (2015) co-direção com Vaneide Dias e Werden Tavares; A eleição é uma festa (2013) e O arquivo de Ivan (2008).

JURI MOSTRA ANIMAÇÃO

Vinicius Neves. É Bacharel em Audiovisual pelo SENAC-SP, atualmente é arte-educador. Polivalente já trabalhou como assistente de iluminação na Rede Globo nos programas “Domingão do Faustão”, “Programa do Jô” e “Altas Horas”, na produtora Zoe Films como assistente de produção realizando vídeos para clientes como: Google, Puma, Nespresso, Vivo Bombril e TV Cultura, onde ajudou na produção da série animada infantil “Eu e o Quarteto Apavorante”. Foi conselheiro de cultura em Diadema representando a linguagem do Audiovisual, além de ter colaborado desde a 1ª edição do FestCiMM.

Gabi Etinger.  É Artista visual graduada em Design Gráfico. Desenvolve projetos gráficos e animações 2D com práticas artesanais. Ilustrou e animou os videoclipes Dois peixinhos (RXHM) e Cuna (Camilla Campos). Acompanha a cena cultural de Aracaju/SE criando cartazes para filmes e espetáculos, encartes de discos e publicações em geral, por meio da Calango Design e Comunicação (@calangodc). Realizou exposições com experimentações gráficas: Xiloanime (2010) e Êxodo (2012, em parceria com o fotógrafo Victor Balde). Tem uma produção mais intimista, que explora desde 2010, com trabalhos sobre a subjetividade feminina em exposições e vídeo: Tramas (2010), O amor em retalhos (2013), Minha verdade é vermelha (2019) e Grão (2020, com trilha sonora de Ricardo Vieira). Faz parte do coletivo Letra Curva, com Rian Santos e Tiago Oliveira, colando lambes e questionamentos pelas ruas de Aracaju. É designer e publica crônicas visuais na seção Olho Gordo do site Poca Olho. Nasceu em Aracaju/SE, 1986, onde vive e trabalha.

Thais Scabio. É diretora, produtora, roteirista e cineclubista. Graduada em Comunicação Social, Especialista em Direção de Cinema e Video pela ELCV de Santo André. Em 2006, criou a Cavalo Marinho Audiovisual, junto com Gilberto Caetano realizando juntos diversos projetos, se destacando como produtora com a animação “Graffiti Dança” direção de Rodrigo Eba!, premiado como Melhor Curta Brasileiro do AnimaMundi, em 2013 e o média metragem “Imagem Mulher”, direção de Maristela Bizarro. Como diretora realizou diversos projetos audiovisual Institucionais, documentários e curtas, se destacando os filmes “Barco de Papel”, “Caixa d’água”, o episódio da websérie terror em 1 minuto “Palhaços não Mentem” e seu último trabalho Ipa/Ipá realizado em 2020 durante a pandemia, premiado na IV Mostra Lugar de Mulher é no Cinema.

JURI MOSTRA FOCO: PERNAMBUCO

Dayane Teles. É formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Integrada Tiradentes – FITS; Especialização em Metodologia do Ensino das Artes pelo Centro Universitário – Barão de Mauá e graduanda em Artes Visuais,  Idealizadora do Cine Clube quatro Estações, Cine Primavera, Cine Inverno e do Projeto Cine na Rede. Participou da Direção Coletiva do Filme Ana Terra e do DocLab – 14° Curta Taquary.

Raildon Lucena. É Jornalista, por formação e vocação. Escreve sobre cinema há mais de 15 anos, período em que chegou a assinar colunas para revistas (Papangu), jornais (De Fato, Correio do Seridó) e internet (Observatório de Cinema). Caicoense e seridoense, região onde tem um empreendimento, a agência Referência Comunicação. Além de produtor de conteúdo também atua como coordenador e idealizador do Festival de Cinema Curta Caicó que teve sua primeira edição em 2018.

Cely Farias. É atriz, preparadora de atores e diretora de teatro, cinema e televisão. Mestre em Artes Cênicas pela UFRN, Especialista em Representação Teatral e Licenciada em Artes Cênicas pela UFPB. Fundadora do Grupo Graxa de Teatro (2005), atriz do Grupo Ser Tão Teatro, integrante do Parahyba Rio Mulher, Diretora de Teledramaturgia da TV UFPB, uma das fundadoras do Coletivo Atuador. Pesquisa processos criativos que tem o ator como co-autor da obra, seja no teatro, no cinema ou na televisão.

JURI MOSTRA LONGA METRAGEM

Diomédio Piskator é realizador e produtor de filmes autônomos. Iniciou seu aprendizado fílmico na última geração dos festivais de Super 8mm, no final da década de 1970. Entre seus trabalhos destacam-se Caminhos do Cineclubismo (2006), Papo de Boteco (2010) Memórias da Boca (2012) e os inéditos Manifesto Fílmico (2019), Faces do Filme (2020), Sete Cidades e uma Vila Inglesa (2020) e Artistas de Cinema (2020). Além de suas ocupações de produtor e realizador, preside o Memorial do Cinema Paulista

Clarissa Kuschnir. É formada em comunicação social com ênfase em jornalismo, com cursos de extensão universitários pela ECA , especializados em cinema. Atua como jornalista, crítica de cinema, curadora e júri em festivais.  Começou trabalhando nas extintas Sci-Fi News e Sci- Fi News Cinema. Foi colunista de cinema no Digestivo Cultural, DVD Magazine e repórter da Revista VER VIDEO. Atuou também como assessora e produtora no Projeto Cinemagia, onde levava cinema para diversos hospitais públicos e privados de São Paulo, além de sessões, na Penitenciária Feminina da Capital. Como assessora de imprensa trabalhou na distribuidoras: Focus Filmes, Flashstar, A2 Filmes, na plataforma nacional de videos on demand Looke e Cinefest Votorantim. Fez parte da Revista Preview desde a edição número 2, por onde permaneceu durante 9 anos, atuando na área de negócios, fazendo matérias especiais e cobrindo festivais de cinema pelo Brasil. Recentemente, participou da Comissão de Seleção do Prodecine 5/2016, da Ancine. Como curadora, fez parte da comissão de seleção de curtas-metragens dos festivais: Cine Paraíso 2017 e 2018, Fest Aruanda 2017, 2018 e 2019 e Festival Digital Curtas Campos de Jordão 2021.

Cristiane Oliveira. É produtora, formada em Pedagogia, em Letras (Língua Portuguesa e Literatura), em Produção de audiovisual na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, em Roteiro pela Academia Internacional de Cinema e pós-graduada em Pedagogia Empresarial com ênfase em Gestão do Conhecimento. Como profissional independente produziu, em 2018, o curta-metragem REGALO que foi selecionado,  para 10 festivais nacionais e internacionais, indicado e premiado em diversas categorias, exibido no Canal Brasil (inserido na grade da programação do canal) e no Canal Rede Minas. Produziu o curta-metragem ALFORRIA (2016) selecionado em 20 festivais nacionais e internacionais com prêmios de melhor ator e melhor filme pelo júri popular e entrou na grade da programação do Canal Brasil. Produziu o curta-metragem TIRO NO PÉ (2016), selecionado em diversos festivais no Brasil, que recebeu o prêmio de melhor montagem no Cine Cariri pelo júri popular.

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