CINEVITOR: Conheça os vencedores do FESTCiMM Garanhuns 2020.

Foto: Reprodução/Vimeo.
Soccer Boys, de Carlos Guilherme Vogel: dois prêmios.
Foram anunciados neste sábado, 11/07, os vencedores do FESTCiMMFestival de Cinema no Meio do Mundo, edição Garanhuns, que foi realizado totalmente on-line por conta da pandemia de Covid-19.
O evento virtual, que aconteceu de forma gratuita, realizou mostras competitivas e não competitivas, oficinas, debates, webinários e lives. Neste ano, o homenageado foi o ator pernambucano Pedro Wagner, que recentemente fez parte do elenco da série Irmandade, da Netflix, entre muitos outros trabalhos.
Os jurados desta edição foram: Marcicleide RamosLaércio Filho e Vinícius Neves na mostra Animação; a mostra Brasil contou com Clarissa KuschnirAmanda RamosAlexandre Soares Taquary e Wilson Julião; o time da mostra Internacional foi formado por Tommy GermainOliver Stiller e João Paulo Campos; na mostra No Meio da Noite, o grupo contou com Caio LuizBea CostaGilberto Caetano e Ana AndradeSophia de Oliveira Costa e SilvaGlenda Gomes Cabral e Luciana Freire formaram o júri de cartaz; e o Júri da Crítica contou com Sihan FelixMarcela Freire e Igor Gomes.
Conheça os vencedores do FESTCiMM Garanhuns 2020:
MOSTRA BRASIL
Prêmio Seu Zé | Melhor FilmeRiscados pela Memória, de Alex Vidigal (DF)
Prêmio Especial do JúriLeonardo Bastião, o Poeta Analfabeto, de Jefferson Sousa (PE)
Prêmio Especial do Júri | ElencoVinde Como Estais, de Rafael Ribeiro e Galba Gogóia (RJ)
Melhor DireçãoAlex Vidigal, por Riscados pela Memória
Melhor RoteiroO Homem que Ri, escrito por Rose Panet
Melhor AtrizMaria Rosa, por Um Mal a Cada Dia
Melhor AtorJean-Claude Bernardet, por Nuvem Negra
Melhor FotografiaRiscados pela Memória, por André Carvalheira
Melhor Direção de ArteVida Dentro de um Melão, por Ana Paula Romero
Melhor EdiçãoSoccer Boys, por Marcelo Engster
Melhor Trilha SonoraVida Dentro de um Melão, por Stella Maria Flor e Pedro Baapz
Melhor SomVida Dentro de um Melão, por Stella Maria Flor e Pedro Baapz
MOSTRA ANIMAÇÃO
Prêmio Seu Zé | Melhor FilmeSonhos da Isah: O Baú do Papai, de Joao Ricardo Costa (Brasil)
Menção HonrosaMni Wiconi: Water Is Life, de Miguel Antonio Genz e Jeremias Galante (EUA) e Her Voiceless Song, de Nobuyoshi Suzuki (Japão)
MOSTRA NO MEIO DA NOITE
Prêmio Seu Zé | Melhor FilmeOnze Minutos, de Hilda Lopes Pontes (BA)
Menção HonrosaPelano!, de Chris Mariani e Calebe Lopes (BA)
PRÊMIO SEU ZÉ | MELHOR CARTAZ
1º: Soccer Boys, de Carlos Guilherme Vogel (RJ)
2º: Riscados pela Memória, de Alex Vidigal (DF)
3º: Transfugo, de Rodrigo Tavares (Portugal)
PRÊMIO DA CRÍTICA | ACCiRN – Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte
Mostra Animação: Her Voiceless Song, de Nobuyoshi Suzuki (Japão)
Mostra Internacional: A Trip With Mon, de Sophie SHUI (Taiwan)
Mostra No Meio da Noite: Mamãe Tem um Demônio, de Demerson Sousa (SP)
Mostra Brasil: Nuvem Negra, de Flávio Andrade (CE)
Menção Honrosa: Vida Dentro de um Melão, de Helena Frade (MG)
MOSTRA INTERNACIONAL:
A Trip With Mon, de Sophie SHUI (Taiwan)
PRÊMIO COMUNICURTAS 15 ANOS:
Vida Dentro de um Melão, de Helena Frade (MG)
PRÊMIO CRIANCINE:
Choker, de Orson Cornick (Reino Unido)
Por Cine Vitor em 11 de julho de 2020.

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Apostila 2º FESTCiMM – Edição Garanhuns

A Apostila 2º FESTCiMM – Festival de Cinema do Meio do Mundo – Edição Garanhuns traz a cobertura especial da Apostila de Cinema sobre o festival, que em 2020 realiza sua segunda edição, totalmente online. Ao longo de três dias (9 a 11 de julho), quase quarenta obras foram disponibilizadas, de quatro continentes. Foram sete mostras – clique no índice abaixo a mostra que deseja saber mais e seja encaminhado para essa parte do texto:
Brasil
Internacional
Animação
Convidados
Sesc-PE
Nossa Mostra
No Meio da Noite
Além disso, uma programação de oficinas, debates, Webinários, totalmente gratuitos. Ao longo dos dias do festival, nossa equipe atualizará de forma constante essa apostila.
Na página oficial do evento, o FESTCiMM assim se apresenta:
O Festival de Cinema no Meio do Mundo – FestCiMM, Edição Garanhuns, será realizado em formato on-line, e acontecerá nos dias 9, 10 e 11 de julho. O FestCiMM tem caráter independente, cultural e educacional, com filmes de curta metragem (nacionais e internacionais), proporcionando encontros, reflexões e trocas entre realizadores, fomentando o cenário local e colocando o público em contato com obras de diversos países e estados brasileiros em um formato pouco difundido nos cinemas, que se destaca pela inventividade e diversidade de temas e abordagens estéticas.
A direção geral do festival é de Tiago A. Neves, que conta com a direção em Garanhuns de Lucas Marinho. A equipe conta com quase vinte pessoas, a sua maioria jovens produtores e profissionais da área de comunicação (conheça todos nesse link). Já o corpo de jurados foi assim dividido:
Mostra Brasil: Clarissa Kuschnir, Amanda Ramos, Alexandre Soares Taquary e Wilson Julião
Mostra Internacional: Tommy Germain, Oliver Stiller Oliver Stiller e João paulo Campos
Mostra Animação: Marcicleide Ramos, Laércio Filho e Vinícus Neves
Mostra No Meio da Noite: Caio Luiz, Bea Costa, Gilberto Caetano e Ana Andrade
Júri da Crítica: Sihan Felix, Marcela Freire e Igor Gomes
Júri de Cartaz: Sophia de Oliveira Costa e Silva, Glenda Gomes Cabral e Luciana Freire
Nesse link é possível saber mais sobre os profissionais.
Segue os filmes integrantes dos sete recortes curatorias e nossos textos sobre as obras:
MOSTRA BRASIL
Leonardo Bastião, O Poeta Analfabeto
Gênero: Documentário
Dir. Jefferson Sousa (PE)
Riscados Pela Memória
Gênero: Drama
Dir. Alex Vidigal (DF)
O Homem que Ri
Gênero: Drama
Dir. Rose Panet (MA)
Nuvem Negra
Gênero: Drama
Dir. Flávio Andrade (CE)
Um Mal a Cada Dia
Gênero: Drama
Dir. Ricardo Augusto (SP)
Soccer Boys
Gênero: Documentário
Dir. Carlos Guilherme (BR)
Vinde Como Estais
Gênero: Documentário
Dir. Rafael Ribeiro (BR)
Vida dentro de um Melão
Gênero: Drama
Dir. Helena Frade (MG)
EM BREVE NOSSA ANÁLISE SOBRE OS FILMES DA MOSTRA
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MOSTRA INTERNACIONAL
Ferdi
Gênero: Comédia
Dir. Aitor González (Espanha)
Choker
Gênero: Drama
Dir. Orson Cornick (Reino Unido)
Transfugo
Gênero: Drama
Dir. Rodrigo Tavares (Portugal)
ANNA
Gênero: Drama
Dir. Dekel Berenson (Reino Unido)
Uma viagem com a mãe
Gênero: Drama
Dir. Sophie Shui (Taiwan)
Matinê
Gênero: Comédia
Dir. Alejandro Ortega (Espanha)
Quando crescido selvagem e distante
Gênero: Drama
Dir. Arthur de Oliveira (Emirados Árabes)
Águas Vermelhas
Gênero: Drama
Dir. Luane Costa
EM BREVE NOSSA ANÁLISE SOBRE OS FILMES DA MOSTRA
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MOSTRA ANIMAÇÃO
Cancão sem Voz
Gênero: Drama
Dir. Nobuyshi Zuzuki (Japao)
Sonhos da Isah
Gênero: Educação
Dir. Joao Ricardo (SC)
Água é Vida
Gênero: Drama
Dir. Miguel A. e Jeremias G. (EUA)
Hellcife – Até Quando?
Gênero: Drama
Dir. Jorge Maranhao (PE)
Blue & Curt
Gênero: Comédia
Dir. Jesse Cote (Canada)
A Festa no Céu
Gênero: Fantasia
Dir. Alisson Menezes (BR)
MOSTRA CONVIDADOS
Montanhas distantes
Gênero: Drama
Dir. YanGang Liu (China)
Gonzaga de Garanhuns
Gênero: Documentário
Dir. Renan Araújo (PE)
EM BREVE NOSSA ANÁLISE SOBRE OS FILMES DA MOSTRA
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MOSTRA SESC-PE
A Aventuras contra o desmatamento
Gênero: Educação
Dir. Coletiva (PE)
Onde o Nordeste Garoa
Gênero: Experimental
Dir. Coletiva (PE)
Diletantes
Gênero: Documentário
EM BREVE NOSSA ANÁLISE SOBRE OS FILMES DA MOSTRA
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NOSSA MOSTRA
Desconserto
Dir. ?
Penumbra Cinzenta
Gênero: Drama
Dir. Lucas Marinho (PE)
Reinado Imaginário
Gênero Documentário / Ficção
Dir. Hipolito Lucena (PB)
Remoinho
Gênero: Drama
Dir. Tiago Neves (PB)
MAMMON
Gênero: Drama / Aventura
Dir. Lucas Marinho (PE)
O Caminho da Águas
Gênero: Drama
Dir. Antônio Fargoni (SP)
Dos Filhos deste solo ès Mãe
Gênero: Experimental
Dir. Antonio Fargoni (SP)
EM BREVE NOSSA ANÁLISE SOBRE OS FILMES DA MOSTRA
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MOSTRA NO MEIO DA NOITE
Ondas
Gênero: Suspense
Dir. Gugu Seppi (BR)
Mamãe tem um Demônio
Gênero: Terror
Dir. Demerson Souza (SP)
Onze Minutos
Gênero: Drama
Dir. Hilda Lopes (BR)
Em Cima do Muro
Gênero: Musical
Dir. Hilda Lopes (BR)
Pelano
Gênero: Fantasia
Dir. Chris M. e Calebe L. (BR)


Autor desconhecido em 10 de julho de 2020.
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Apostila de Cinema: 2º FESTCiMM – Mostra Animação

Mais do que uma viagem que nos leve tanto de Pernambuco à Santa Catarina quanto do Canadá ao Japão, a programação do 2º FESTCiMM – Mostra Animação transita por temáticas das mais distintas para compor uma curadoria que se vale tanto do viés educacional (e bastante crítico) quanto do entretenimento infantil até chegar em obras generalistas carregadas de emoção. Vamos a cada uma delas, que possuem duração de um a 16 minutos, na ordem disponibilizada na página do Festival – a mesma que consta na imagem de abertura do texto. Não deixem de acompanhar a cobertura completa do Festival nesse link. Segue um índice que nos leva diretamente ao filme em questão:
Canção Sem Voz
Sonhos da Isah: O Baú do Papai
Água é Vida
Hellcife – Até quando?
Blue & Curt
A Festa no Céu
CANÇÃO SEM VOZ (NOBUYOSHI SUZUKI, 2020)
A primeira obra assistida no Festival, “Canção sem Voz“, já cria duas identificações imediatas. A primeira é geral, a partir do uso de elementos das animações japonesas das últimas décadas. Com a âncora cultural muito forte pelo uso do idioma, que possui uma sonoridade única, o realizador Nobuyoshi Suzuki traz em sua produção de estreia um equilíbrio de duas maneiras de se criar uma narrativa de animação. A primeira é a partir de uma montagem que aproxima uma áurea mais pop, criando um dinamismo que permite que a história – que nitidamente traz uma premissa de um bom longa-metragem – seja contada em quinze minutos. Só que o japonês utiliza esse expediente em paralelo ao tom mais melancólico típico da filmografia de animação de seu país. É como se a escola do cinema de Isao Takahata fosse responsável por um curta da Pixar.
Inclusive, o objeto de “Canção sem Voz” já o torna tão universalista quanto os motes das obras desse braço da Disney. Ao falar da decisão de adoção de um cachorro e tudo o que isso implica, adiciona uma reflexão sobre a própria vida do protagonista e como a ausência de confiança depositada nele se refletiu em um medo. Não deixa de entrar nos riscos com corremos ao projetar comportamentos e expectativas nos animais que trazemos para o nosso convívio. Linear e bem resolvido na edição (apesar de, por vezes, exagerar no uso do artifício das repetições), teve um aditivo emocional na segunda identificação, totalmente particular – já que o espectador era alguém que mudou sua relação com os cachorros chegando a fazer o mesmo movimento de adoção contado no curta-metragem durante o período de isolamento social.
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SONHOS DA ISAH: O BAÚ DO PAPAI (JOÃO RICARDO, 2020)
A ficha técnica de do 2º FESTCiMM – Mostra Animação categoriza “Sonhos da Isah: O Baú do Papai” como um filme do gênero educativo. Fica claro o objetivo do cineasta João Ricardo de usar a relação dos brinquedos antigos do pai da protagonista para trazer esse vínculo afetivo tanto com o passado quanto com a relação familiar. Não é de propósito mencionar a Pixar de novo, mas a premissa da obra se vale, de certo modo, do universo criado por “Toy Story” (1995) e suas três sequências. Uma saga bem longa e que mesmo assim se mantém com qualidade justamente porque os caminhos que podemos seguir nessa abordagem são múltiplos e cada troca geracional traz consigo novas demandas
João Ricardo escolhe um caminho, de fato, educativo. Parte de objetos comuns dos anos 1940, como o peão e o rádio para, sutilmente, trazer informações sobre o Estatuto da Mulher Casada (como foi conhecida a Lei 4.121/62). Uma norma que sempre merece ser rediscutida pelos avanços e manutenções opressoras alcançadas. Ao mesmo tempo em que a mulher passou a ter mais liberdade (antes disso ela era legalmente quase incapaz para fazer coisas das mais comuns sem a autorização do marido), consolidou o entendimento de que a dupla jornada – acumulando a vida pública com o trabalho doméstico – é direcionado às mulheres.
“Sonhos da Isah: O Baú do Papai” é protagonizado por um pai porque sua força educativa se potencializa quando parte dele observações da sociedade machista que bem lhe cabem. O curta-metragem surpreende quando foca no vocábulo alienação (e por um momento achei que um senhor bem barbudo apareceria no ecrã). Só que a alienação aqui é a parental, aquela que muitos homens se fizeram valer para não cumprir sua missão como progenitores. Ao deixar aos poucos de lado a narrativa, João Ricardo se afasta um pouco de Isabelle Santos que vai para um caminho totalmente lúdico em sua obra multiplataforma “Vivi Lobo e o Quadro Mágico“. Trata-se de mais um curta-metragem que traz a opressão machista como mote para cuidar dos pequenos, que encontram uma filme educativo de muita qualidade.
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ÁGUA É VIDA (MIGUEL ANTONIO GENZ E JEREMIAS GALANTE, 2018)
No trajeto múltiplo da mostra de animação, o representante dos Estados Unidos “Água é Vida” traz uma obra curta, produzida pelo Mountain Youghiogheny Riverkeeper, uma associação de defesa ambiental, preocupada com a qualidade das águas da bacia de Yough, que vai de Oakland no Estado da Califórnia até a Pensilvânia. A animação usa traços finos, simula folhas de desenho amassadas para, em pouco mais de dois minutos, trazer o problema a ser tratado. Tecnicamente primoroso, usa dos sons da natureza e a partir deles cria metáforas visuais ligeiras para denunciar a torneira de dinheiro que destrói a natureza.
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HELLCIFE – ATÉ QUANDO? (JORGE MARANHÃO, 2019)
Inspirado na obra de Frank Miller, “Hellcife – Até Quando?“, do cineasta Jorge Maranhão propõe um exercício de reflexão em outro curta-metragem de apenas três minutos. Uma cena e uma lembrança, como se ambientado no universo de “Sin City” (o filme faz questão de replicar a fonte clássica da graphic novel). Só que o realizador passa longe do insólito ficcional dos causos de Miller em sua obra-prima. Maranhão (que é pernambucano) fala da realidade da crise de violência urbana que as grandes metrópoles passam. Desenvolvido ao longo do curso de Computação Gráfica no IFPE (Instituto Federal de Pernambuco) traz um jovem realizador que coloca suas referências estéticas a favor de uma história bem original.
Se valendo do entendimento de que a sociedade é um organismo vivo – e em constante movimento – é bem direto ao trazer a história de um homem abalado pela morte da esposa em um latrocínio. Uma cena e uma lembrança. A conclusão nos mostra que viver em uma comunidade institucionalmente falida, além de potencialmente perigoso, é tão imponderável que pode nos colocar diante de demônios recém-nascidos tão rápido que nos faz vítima do mesmo mal que levou quem amamos. É a morte como estatística.
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BLUE & CURT (JESSE COTE, 2019)
Com apenas um minuto, o canadense “Blue & Curt” nos remete a uma das inúmeras esquete de Scrat, na saga de, por enquanto, cinco filmes, “A Era do Gelo” (2002) – que cansou sua fórmula com mais facilidade do que a outra franquia citada nesse texto. Mesmo com a intenção de fazer rir, há também um caráter educativo, pois usa um monstrinho interagindo com um pássaro quase que em um regime de protocooperação.
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A FESTA NO CÉU (ALKISSON MENEZES, 2020)
A Festa no Céu“, de Aliksson Menezes, encerra a seleção do 2º FestCiMM – Mostra Animação com uma simpática fábula. Rapidamente nos ambienta em um mundo onde animais se valem de rotinas humanas, para, com uma narrativa tão infantil quanto o curta-metragem de João Ricardo, traçar uma metáfora sobre a ambição (por vezes desmedida) e as consequências da persistência. Uma narração simplificadora e uma dublagem exagera (não no sentido negativo, apenas como linguagem atraente para crianças), a história do sapo que fez de tudo para participar de uma festa que demandaria asas para chegar termina de forma leve a primeira sessão assistida pela Apostila de Cinema no festival.
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Ficha Técnica da Sessão
2º FESTCiMM – Mostra Animação (Edição Garanhuns)

Canção Sem Voz (Nobuyoshi Suzuki, 16min – 2020, Japão)
Sinopse: O primeiro trabalho em vídeo de Nobuyoshi Suzuki, que dirigiu, animado, roteiro, música, design de som e editado sozinho.Este trabalho descreve o assunto pesado e o pecado de ter um cachorro. Eu gostaria de ver esse trabalho especialmente para aqueles que têm cães de propriedade, aqueles que querem ter cães e aqueles que querem ter cães.
Sonhos da Isah: O Baú do Papai (Joao Ricardo, 9min – 2020, Brasil)
Sinopse: Preparados para uma viagem no tempo? Embarque nesse baú de aventuras junto com Isah e seu Pai! Além dos seus brinquedos favoritos: a dinossaura Dinorah e o robô Robobo, seja testemunha de acontecimentos que irão estimular o debate sobre as regras familiares desde a década de 40.
Água é Vida (Miguel Antonio Genz e Jeremias Galante, 3min – 2018, EUA)
Sinopse: Um curta sobre o meio ambiente e como a indústria de combustíveis fósseis está afetando as mudanças climáticas. É um filme desenhado à mão em preto e branco dedicado ao Território Dakota da Tribo Standing Rock Sioux. O tema principal é sobre o Dakota Access Pipeline (DAPL). A intenção do filme é criar consciência social sobre a contaminação de recursos naturais.
Hellcife – Até quando? (Jorge Maranhão, 3 min – 2019, Brasil)
Sinopse: Porl está pensando em como sua esposa partiu abruptamente e como Hellcife é uma cidade violenta. Inspirado na obra Sin City de Frank Miller.
Blue & Curt (Jesse Cote, 1min, 2019 – Canadá)
Sinopse: Um monstrinho teimoso chamado Curt recebe alguns conselhos de um passarinho inteligente chamado Blue.
A Festa no Céu (Alkisson Menezes, 11 mn, 2020 – Brasil)
Sinopse: Fazer de tudo para ir a essa festa, o problema é que diferente dos pássaros ele não pode voar e como todos os outros animais da floresta ele sofre bullying das aves por causa disso, mas, muito perseverante ele vai tentar ir de qualquer jeito.
Por Jorge Cruz Jr. é advogado desde 2009, graduando em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e escreve sobre cinema desde 2008. Também é editor do site Justiça Desportiva em Pauta.
Publicado em 11 de julho de 2020.
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Apostila de Cinema: 2º FESTCiMM – Mostra Internacional

Os oito curtas da programação do 2º FESTCiMM – Mostra Internacional não exploram um leque tão grande de linguagens como outras mostras do festival, fazendo com que a sessão seja pautada quase como que por uma unidade estética. A transição para lugares tão diferentes entre si, desde a Ucrânia até o subúrbio de Taiwan, passando pelo mundo dos sonhos, torna a experiência múltipla, claro. Todavia, o que chama mais a atenção é como há certas tendências narrativas no audiovisual atual, inclusive com relações sociais específicas. É o caso de filmes que envolvem a velhice, cada qual inserido em um ambiente cultural específico. A Apostila de Cinema fala um pouco de cada curta-metragem selecionado. Não deixem de acompanhar a cobertura completa do Festival nesse link. Segue um índice que nos leva diretamente ao filme em questão:
Ferdi
Choker
Transfugo
Anna
Uma Viagem com a Mãe
Matinê
Quando crescido selvagem e distante

Águas Vermelhas
FERDI (AITOR GONZÁLEZ, 2020)
O 2º FESTCiMM – Mostra Internacional se inicia com o representante da Espanha, “Ferdi“, do cineasta Aitor Gonález. O curta-metragem tem início com uma ligação de Luis Fernando Gutierrez a uma ex-esposa. A ideia é gravar um documentário sobre um homem que, sempre vestido tal qual Freddie Mercury, é uma espécie de sub-celebridade performática regional. Usando a já clássica linguagem do mockumentary, o realizador espanhol traz a comédia a partir da bizarrice, em uma entrevista concedida dentro de um apartamento que nos faz lembrar do primeiro grande viral da internet brasileira, o curta-metragem “Tapa na Pantera” (2006) de Esmir Filho. Estrelado por Maria Alice Vergueiro, falecida há pouco mais de um mês
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CHOKER (ORSON CORNICK, 2020)
Choker“, representante do Reino Unido, é a obra mais intrigante desta programação. Em montagem paralela, nos mostra uma mulher que caiu dos céus em uma praia e um homem que, sem motivo revelado, precisa correr para encontrá-la. Orson Cornick traz um ritmo e uma linguagem que remete a peças publicitárias televisivas, deixando o incômodo todo pela forma como a protagonista se revela angustiada. Acabamos nos angustiando todos ao vermos as pessoas ao redor na praia tratando com normalidade aquele fato perturbador. Porém, normalizar morte parece ser tendência em 2020, infelizmente. Com pouco menos de quatro minutos, faz um bonito paralelo de encontro da paz em sua conclusão, após desorientar o espectador por todo o percurso.
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TRANSFUGO (RODRIGO TAVARES, 2019)
De Portugal, “Transfugo” é uma das parcerias do cineasta Rodrigo Tavares com Beto Coville, que nesse curta-metragem interpreta o protagonista António. O veterano ator foi premiado há um mês por outra obra de Tavares no Festival de Cinema Independente de Los Angeles (Indiex Film Festival). “A Margem” deve aportar, em breve, em algum festival por aqui, é o que esperamos. Já a produção selecionada para o FESTCiMM é crua, dura e a primeira a falar mais diretamente da chegada da velhice.
António é um português residente no Brasil que volta à sua terra-natal por conta do falecimento de sua mãe. Lá ele precisará reencontrar e ocupar o mesmo teto que seu pai, militar rigoroso com o qual tem um passado traumático, aos poucos revelados pela narrativa de Tavares. O protagonista, então, trata o progenitor com o mesmo descaso com o qual foi tratado um dia. Ele tentará encontrar algum asilo que receba aquele homem, permitindo que António volte à sua vida.
Portugal é um país com uma população extremamente envelhecida. Tanto que não apenas a presença física de brasileiros mais jovens é muito sentida nos grandes centros, como a interferência cultural parece cada vez maior. Tendo a possibilidade sempre rara de consumir uma obra desse país, chama a atenção em “Transfugo” a dificuldade do protagonista em achar uma casa de acolhimento de idosos, que se colocam como empresas que se dão ao luxo de “escolher” residentes ou empurrá-los para a fila de espera. Mas o que se destaca, de fato, é como o cineasta compõe os traumas de António e usa o retorno angustiante de uma casa que não é mais dele, com uma mobília velha, carregada de madeira, para dar o mesmo peso visual a uma trama que, de maneira diversa de “Choker”, é perturbadora.
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ANNA (DEKEL BERENSON, 2019)
Anna“, co-produção dirigida pelo ucraniano Dekel Berenson, foi exibido no Festival de Cannes de 2019, uma contribuição importante no catálogo do 2º FESTCiMM – Mostra Internacional, um evento ainda jovem. Seu início é visualmente potente. Ambientado em um frigorífico, a protagonista vê cada “peça de carne” ser tratada com números. Aos poucos há nela um despertar de que – no final das contas – ela também está em todos os lugares em que transita. Ou seja, sendo um número de igual forma.
A partir daí ela tenta, com certo desespero, mudar o rumo de sua vida. Mente a idade e aceita participar de uma festa em que ricaços estadunidenses procurarm esposas/escravas ucranianas para levar à América. Elas aparentemente “sabem cuidar do lar”, ao contrário das nativas da terra do Tio Sam. Uma espécie de tráfico de mulheres minimamente consentido. Berenson nos leva em uma trajetória tão soturna quanto a paisagem do leste da Ucrânia é capaz de construir e possui um ponto de virada acachapante, sem perder o foco melodramático, como uma obra do Leste Europeu gosta de apresentar em festivais.
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UMA VIAGEM COM A MÃE (SOPHIE SHUI, 2019)
Voltando à terceira idade como mote, “Uma Viagem com a Mãe“, da cineasta Sophie Shui, é o filme mais impressionante da sessão – e talvez esteja perto de ser de todo o festival. Xia (Yi-Wen Chen) tem uma questão com a mãe parecida com aquela que António, protagonista de “Transfugo”, tem com o pai. A senhora começa dar sinais mais graves de senilidade, a ponto de se tornar impossível deixá-la sozinha. Xia, então, abdica da própria vida para ser algo próximo de uma babá.
Sem emprego, entra em desespero quando sua esposa vai embora de casa com o filho. Coloca o personagem principal diante de uma dura escolha. Visualmente, as sequências mais impactantes são aquelas em que a mãe representa as consequências das limitações de memória. Desde esquecer que tem filho até a comum sensação de que está sendo roubada quando não encontra dinheiro – passando pela cruel dependência de fazer as necessidades fisiológicas acompanhadas. Só que Shui dá uma conclusão à história tão inesperada que nos faz questionar sobre nossa própria humanidade, posto que Xia passa todo o tempo buscando a empatia do espectador, que pode ser sentir traído ou pode se sentir cruelmente condescendente.
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MATINÊ (ALEJANDRO ORTEGA, 2019)
Do México, “Matinê” diverte ao usar o cinema como linguagem e ponto de partida de uma narrativa que brinca com o “filme dentro do filme”. O diretor Alejandro Ortega nos traz um homem em situação de rua que encontra um ingresso para uma sessão e decide assistir ao filme. Lá ele terá que dividir espaço com um grupo de pessoas que, parecem sem noção à primeira vista, mas é o público de sempre das salas de cinema. Com direito a muito barulho para comer e celular que sendo retirado da bolsa e atendido. Coisas que vão fazendo o protagonista sentir cada vez mais raiva.
Dois momentos se destacam no curta-metragem de Ortega. O primeiro, como uma boa história latina feita para rir, se dá quando o uso do exagero e do absurdo tornam aquela exibição ainda mais nonsense. O outro é logo que as luzes se apagam e aquele homem é obrigado a assistir aos insuportáveis reclames publicitários que antecedem o filme. Carro, celular, comida e até mesmo candidato político. Tudo é vendido para um espectador que afunda na cadeira de tanto tédio. Só que esse tédio se dá mais pelo mesmo não estar inserido na sociedade de consumo ali propagada. Quando a magia do cinema ganha corpo, lá está ele conectado de novo com a experiência.
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QUANDO CRESCIDO SELVAGEM E DISTANTE (ARTHUR DE OLIVEIRA, 2019)
Quando Crescido Selvagem e Distante“, de imediato, provoca a curiosidade de ver um cineasta com o nome de Arthur de Oliveira se qualificar como represente dos Emirados Árabes Unidos. Não apenas o jovem diretor lá está, como faz esse intercâmbio cultural desde muito novo (como pode ser visto em sua página oficial). Estudante de cinema, ele quer com esse obra em específico materializar a palavra saudade, de tão difícil tradução para outros idiomas.
Faz isso com uma simples história de uma visita do neto ao avô. Cansado da sociedade, o senhor evita usar o aparelho de audição quando recebe alguém. Mas para o menino ele é todo ouvidos. Gerações bem distintas, que dialogam a partir da insatisfação com o mundo. Apesar de focar nas relações familiares – e não na curiosa interferência cultural com os EAU – vemos que, no início da carreira, Arthur de Oliveira já se revela um contador de histórias de grande sensibilidade.
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ÁGUAS VERMELHAS (LUANE COSTA, 2020)
Encerrando a 2º FESTCiMM – Mostra Internacional, o experimental “Águas Vermelhas” possui apenas dois minutos de duração. Trata-se de um exercício de Luane Costa, radicada no Canadá, em que o pesadelo de uma mulher em dia de piscina se torna real. Lembra um pouco a mesma linguagem comercial de “Choker”, com a diferença de que a provocação (e, acredito, que para o público feminino com adicionais como perturbação e incômodo devem ser identificados) duram a metade do tempo.
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Ficha Técnica da Sessão
2º FESTCiMM – Mostra Internacional (Edição Garanhuns)

Ferdi (Aitor González, 7min – 2020, Espanha)
Sinopse: Luis Fernando Gutiérrez é um performer conhecido pela semelhança com Freddie Mercury. Um documentário revelará um pouco mais da vida desse intrigante personagem.
Choker (Orson Cornick, 4min – 2020, Reino Unido)
Sinopse: Quando uma garota cai do céu em uma praia lotada, um homem misterioso dirige a uma velocidade vertiginosa em sua direção.
Transfugo (Rodrigo Tavares, 20min – 2019, Portugal)
Sinppse: Ao voltar para Portugal, para o funeral de sua mãe, antónio é obrigado a enfrentar seus fantasmas de infância que o fizeram partir para o brasil, ainda adolescente. seu pai, um militar autoritário
Anna (Dekel Berenson, 15min – 2019, Ucrânia)
Sinopse: Vivendo no leste da Ucrânia, devastada pela guerra, Anna é uma mãe solteira que está desesperada por uma mudança. Atraída por um anúncio de rádio, ela vai a uma festa com um grupo de homens americanos que estão em turnê pelo país, em busca de amor
Uma Viagem com a Mãe (Sophie Shui, 25min – 2019, Taiwan)
Sinopse: Para cuidar de sua mãe antiga (interpretada por Liou, Yiin-Shang), que perdeu a inteligência e está desativada, Xia Changming (interpretada por Yi-Wen CHEN) permanece desempregada em casa.
Matine (Alejandro Ortega, 17min – 2019, México)
Sinopse: Depois de achar um ingresso, um homem em situação de rua decide ir ao cinema. Lá ele conhece a realidade de assistir a um filme, enquanto uma sequência de curiosos eventos ocorrer.
Quando crescido selvagem e distante (Arthur de Oliveira, 10min – Emirados Árabes Unidos)
Sinopse: Um idoso, com problemas de audição, recebe a visita de seu neto – que passará o dia na casa do avô onde ambos transitam entre a rebeldia e a nostalgia.
Águas Vermelhas (Luane Costa, 2min 2020 – Canadá)
Sinopse: Um dia de piscina e um pesadelo que se torna real.

Por Jorge Cruz Jr. é advogado desde 2009, graduando em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e escreve sobre cinema desde 2008. Também é editor do site Justiça Desportiva em Pauta.
Publicado em 11 de julho de 2020.
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UOL: Festival de Cinema no Meio do Mundo Garanhuns será online este ano

Festival de Cinema no Meio do Mundo (FESTCIMM) edição Garanhuns será realizado de forma online. O evento acontece nos dias 9, 10 e 11 de julho e inclui filmes de curta metragem (nacionais e internacionais). Com caráter independente, cultural e educacional, o festival proporciona encontros, reflexões e trocas entre os participantes, fomentando o cenário local.
Esta será a segunda edição do evento, com mostras competitivas e não competitivas, oficinas, debates, webinários e premiações (Prêmio Comunicurtas 15 anos, Prêmio Criancine e o Prêmio Seu Zé de melhor filme). Profissionais do Brasil e do exterior exibirão os filmes e produtos no evento.
O público poderá acompanhar as exibições gratuitamente e votar nos filmes favoritos, através do site do evento: https://festcimm.com.br/. O festival também estará disponível nas redes sociais: Instagram (@festcimm), Facebook (https://www.facebook.com/FestcimmGaranhuns/) e no Canal Festcimm no YouTube.
Sobre o FestCimm
O FestCimm nasceu em Diadema (SP), com a proposta de espalhar redes de festivais pelo Brasil. A edição de Garanhuns será a primeira do Nordeste. A ideia inicial era que o evento fosse em um espaço físico, mas a pandemia do novo coronavírus exigiu uma readaptação do formato.
O festival integra ainda um projeto intitulado “WebCinema”, que surgiu da necessidade do isolamento social. No projeto, uma rede colaborativa de realizadores, entidades culturais e instituições deram as mãos para que o público aproveitasse conteúdos de maneira segura e interativa.
Serviço
FestiCimm – Garanhuns
Datas: 9, 10 e 11 de julho
Site: https://festcimm.com.br

Por Ana Maria Miranda
Publicado em 4 de julho de 2020.

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IFPE: Internacional Engravist e FESTCiMM selecionam trabalhos de estudantes do IFPE Olinda

A terça-feira (26) foi bem especial para dois estudantes do IFPE Olinda. Jorge Maranhão, que estuda Computação Gráfica, e Jennifer Lima, do curso de Artes Visuais. Os dois tiveram obras suas selecionadas por júris de importantes eventos da área. A obra de Jennifer será exposta no International Virtual Engravist Printmaking E-Exhibition e a de Jorge, no Festival de Cinema do Meio do Mundo – FESTCiMM. Ainda não há data definida para os eventos.
A Bienal do International Engravist Printmaking Activities terá uma edição virtual, com sete galerias virtuais exibindo obras de cerca de 600 artistas de 54 países. Entre elas, estará “Pulmão” de Jennifer, uma gravura com intervenção em bordado, que faz parte de uma série com órgãos gravados em relevo por ela.
“Cada órgão representa alguém. Uma pessoa muito próxima, minha família e a mim. Mas para a exposição escolhi apenas o pulmão por lembrar da situação que ocorre com algumas pessoas que estão sofrendo por causa da covid”, conta.
Já na categoria curta metragem da Mostra Animação do FESTCiMM está “Hellcife – Até quando?” dirigido, roteirizado, animado e produzido por Jorge Maranhão.  O trabalho está ao lado de outras cinco animações, sendo uma do Canadá, uma dos Estados Unidos, uma do Japão e outras duas do Brasil.
Ele contou com a tutoria do professor de Computação Gráfica,  Rafael Suarez Ziegelmaier. Nos dois minutos e 55 segundos de duração é contada a história de Porl e de sua esposa, que partiu abruptamente. O trabalho é inspirado na obra Sin City de Frank Miller.
A animação foi produzida ao longo das disciplinas no curso de Computação Gráfica. No primeiro período, ele começou a esboçar a ideia do curta, na cadeira de Roteiro. Os cenários foram criados durante a disciplina Modelagem 3D. Na cadeira de Tratamento de Imagem, ele fez o cartaz, inspirado em Sin City. Na cadeira de  Áudio e Vídeo, aprendeu a editar. O grande impulso veio na disciplina Animação, ministrada pelo professor Ziegelmaier, na qual foi solicitada a produção de um curta de animação.
“Contei com ajuda do meu colega Artur de Andrade, que acreditou na minha loucura de fazer o trabalho para festivais e ajudou na música. O que era para ser apenas um projeto para a disciplina de animação 2 se tornou um mini projeto para tentar disputar festivais, mesmo sem muitos recursos e aprendendo a cada dia”, comemora Maranhão. 

Autor desconhecido.
Publicado em 27 de maio de 2020.
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IFPE: Curta de estudante de Computação Gráfica é selecionado para o FESTCiMM

A terça-feira (26) foi bem especial para Jorge Maranhão, que estuda Computação Gráfica no IFPE Olinda. Ele recebeu a notícia de que seu curta  “Hellcife – Até quando?” foi selecionado pelo júri do Festival de Cinema do Meio do Mundo – FESTCiMM, evento que ocorre em Garanhuns, ainda sem data definida.
O trabalho é um dos seis selecionados para a categoria curta metragem da Mostra Animação, sendo uma do Canadá, uma dos Estados Unidos, uma do Japão e outras duas do Brasil. “Hellcife – Até quando?” foi dirigido, roteirizado, animado e produzido por Jorge Maranhão. Ele contou com a tutoria do professor de Computação Gráfica,  Rafael Suarez Ziegelmaier. Nos dois minutos e 55 segundos de duração é contada a história de Porl e de sua esposa, que partiu abruptamente. O trabalho é inspirado na obra Sin City de Frank Miller.
Cartaz do curtaA animação foi produzida ao longo das disciplinas no curso de Computação Gráfica. No primeiro período, ele começou a esboçar a ideia do curta, na cadeira de Roteiro. Os cenários foram criados durante a disciplina Modelagem 3D. Na cadeira de Tratamento de Imagem, ele fez o cartaz, inspirado em Sin City. Na cadeira de  Áudio e Vídeo, aprendeu a editar. O grande impulso veio na disciplina Animação, ministrada pelo professor Ziegelmaier, na qual foi solicitada a produção de um curta de animação.
“As disciplinas juntas me capacitaram para fazer o curta. Contei com ajuda do meu colega Artur de Andrade, que acreditou na minha loucura de fazer o trabalho para festivais e ajudou na música. O que era para ser apenas um projeto para a disciplina de animação 2 se tornou um mini projeto para tentar disputar festivais, mesmo sem muitos recursos e aprendendo a cada dia”, comemora Maranhão.
Seu desejo agora é servir de inspiração para que outros colegas do IFPE Olinda comecem a inscrever suas produções. “Temos ótimos curtas desenvolvidos no Campus. Quero que meus colegas percam o medo de mostrar seus trabalhos”, ressalta.

Autor desconhecido.
Publicado em 27 de maio de 2020.
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Festhome: Festcimm – festival de cinema do meio do mundo.

Descrição do festival  (Edição: 2)
Início do Festival: 09 Julho 2020      Fim do Festival: 11 Julho 2020
Início do Festival: 12 de junho de 2020 Fim do Festival: 14 de junho de 2020 1º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE GARANHUNS – PE

1 – Objeto

1.1. Este é o 1º Festival Internacional de Cinema Independente da cidade de Garanhuns Pernambuco, idealizado pelo cineasta Lucas Marinho

1.2. Este Festival cobrirá produções audiovisuais, inéditas ou não, curtas e longas metragens produzidas em qualquer formato existente e para qualquer plataforma de exibição nas categorias de ficção, animação, documentário e experimental.

1.3 As produções serão aceitas a partir do ano seguinte até a data de inscrição no Festival.

1.4 Não serão aceitas produções institucionais e publicitárias.

2 – O objetivo do festival

2.1. Estimular e formatar novos profissionais; produzir, divulgar e comercializar a produção brasileira, independente ou não, com o objetivo de criar um novo polo de produção audiovisual nessa região do país, além do existente nos grandes centros.

2.2 Aumentar a promoção turística da cidade de Garanhuns e região, bem como do Estado de Pernambuco.

3 – Registro e Seleção de Produções

3.1. As inscrições estão abertas até o dia 01 / maio / 2020

3.2. Divulgação dos selecionados: 01/06 2020
Prêmios e qualificações
Prêmio “Seu Zé” de Longa Metragem

– Melhor Filme Nacional
– Melhor Filme Internacional

Prêmio “Seu Zé” de Curta Metragem

– Melhor Filme
– Melhor Direção
– Melhor Direção de Arte
– Melhor Roteiro
– Melhor Ator
– Melhor Atriz
– Melhor Trilha sonora original
– Melhor Som

Prêmio “Seu Zé” de Animação Curta Metragem

– Melhor Filme
– Melhor Animação

Prêmio “Seu Zé” Documentário

– Melhor Documentário Curta Metragem
– Melhor Documentário Longa Metragem
Regras
5.1. O Festival é aberto a profissionais (pessoas físicas ou jurídicas), amadores e estudantes do segmento do audiovisual, doravante denominados, PARTICIPANTES.
5.2. Temática desta 1º edição: Livre.
5.3. Não poderão participar: Membros que integram a Comissão Organizadora e a Comissão Selecionadora (Curadoria), os jurados oficiais, patrocinadores, nem qualquer integrante envolvido direta ou indiretamente na produção do Festival.
5.4. Inscrição: Será cobrada uma taxa simbólica definida pelos organizadores do festival. A produção inscrita pode ser autoral ou em coautoria. O PARTICIPANTE é responsável pela inscrição da obra (coautoria ou não), tendo total ciência e concordando com todos os termos do presente regulamento, sob pena de ser responsabilizado por eventuais perdas e danos a terceiros, de forma direta ou indireta.
5.5. Pós inscrição: Os PARTICIPANTES, após a inscrição da produção, não poderão alterar a ficha técnica da mesma (equipe em geral) e afins, exceto por motivo urgente devidamente comprovado. A produção será aceita em conformidade com a ficha de inscrição.
5.6. Se o PARTICIPANTE descumprir a regra do item 5.3 será automaticamente excluído de todas as inscrições, sem possibilidade de ser substituído por outro PARTICIPANTE.
5.7. Quantidade de produções: Cada PARTICIPANTE terá o direito de inscrever no máximo 3 (três) produções finalizadas e não em processo de finalização, como produtor ou diretor. As mesmas obras poderão ser selecionadas para o presente festival, até a etapa final, conforme decisão dos jurados.
5.8. Estimativa de Tempo de duração das produções, incluindo os créditos:
– Curta-metragem: até 25 minutos.
– Longa-metragem: acima de 70 minutos.
5.9. Não serão aceitas produções institucionais nem publicitárias.
5.10. Serão aceitas produções desde o ano subsequente até a data da inscrição.

6- Das Categorias
6.1.O festival abrange tanto mostras competitivas como não competitivas.
6.1.1. Mostra competitiva: Seleção de filmes de todos os gêneros
A) Ficção
B) Documentário
C) Animação
D) Experimental
6.1.2. Mostra não competitiva: “Seu Filme na Tela!“ – Critérios: divulgando o perfil turístico, cultural, industrial, e afins de Pernambuco. O mesmo será produzido pela Comissão Organizadora do Festival.
6.2. Filmes Convidados: A Comissão Organizadora selecionará filmes para serem exibidos que sejam interessantes ao festival.

7- Da Inscrição
7.1. O PARTICIPANTE deverá preencher o formulário de inscrição no site do festival ou em plataformas credenciadas.
7.2. Deverão ser disponibilizados, via site ou download, trailer ou trecho de até 05 (cinco) minutos, em alta qualidade da produção inscrita para ser utilizado em materiais de divulgação e afins, conforme a seleção para a mostra competitiva.
7.3. As produções serão recebidas dentro do período de inscrição e em conformidade com o presente regulamento. O não cumprimento de quaisquer cláusulas deste regulamento implicará no cancelamento da inscrição do PARTICIPANTE.
7.4. No site www.festgan.eu.org o PARTICIPANTE deverá preencher toda a ficha de inscrição e anexos, especificando a classificação indicativa da produção, conteúdo e demais informações, seguindo as normas da nova classificação indicativa.
7.5. As inscrições e envio das produções deverão ser encaminhadas, PREFERENCIALMENTE, por meio online através do site do Festival.
7.6. Envio das Produções Online:
7.6.1. Os arquivos das produções inscritas no site do Festival devem ser enviados nas seguintes plataformas de
compartilhamento de vídeos: Google Drive, Mega, Vimeo, Dropox, ou outra da sua preferência. Se houver senhas de
acesso, deverão ser oportunamente informadas na ficha de inscrição, e mantidas até dezembro de 2018. Se houver alteração, o PARTICIPANTE deverá informar na maior brevidade possível.
7.6.2. Serão aceitos produções com arquivo nos formatos: Full HD ou HD, e no formato MP4. O nome do filme também deverá constar no arquivo.
7.6.3. O tamanho do arquivo não deve ultrapassar o limite de 20GB.
7.6.4. A cópia da produção deve estar em condições de ser exibida, caso contrário o PARTICIPANTE será excluído do processo seletivo.
7.6.5. Download: se houver qualquer problema com o arquivo, a Comissão Organizadora poderá solicitar o reenvio de outra cópia da produção, mencionando a data de inscrição da mesma. O PARTICIPANTE terá o prazo máximo de 48 (quarenta e oito) horas para envio da produção via link, via e-mail.
7.7. Havendo qualquer imprevisto no reenvio da produção, o mesmo deverá ser resolvido entre as partes, na maior brevidade possível.
7.8. Havendo mais de uma produção inscrita devidamente preenchida em separado, os arquivos deverão ser enviados, também, individualmente.
7.9. No dia da inscrição deverá ser enviado também os arquivos correspondentes, e após avaliação, o PARTICIPANTE receberá a confirmação do recebimento, através do email.
7.10. PARTICIPANTES menores de idade: Só participarão mediante a assinatura dos pais ou responsáveis legais, no termo de autorização.
7.11. O PARTICIPANTE se responsabiliza único e exclusivamente pelo direito autoral e integral da(s)produção(s) inscrita(s), assim como por eventuais reclamações de qualquer tipo ou ações judiciais por parte de terceiros, com relação às mesmas. Constatada alguma irregularidade do PARTICIPANTE, este será desclassificado, sem direito a nenhum tipo de recurso.
7.12. Com a inscrição corretamente preenchida, o site confirmará automaticamente o recebimento da mesma através de um email, que servirá também, como comprovante da inscrição.

8- Da Pré-seleção
8.1. A avaliação dos vídeos será realizada por profissionais convidados, vinculados às áreas das artes, comunicação, cinema, turismo e fotografia.
8.2. A boa qualidade do material enviado pelo PARTICIPANTE é importante para a análise da pré-seleção.
8.3. Nesta primeira etapa serão selecionadas as melhores produções qualificadas em pontuações. O número de filmes a ser exibido no Festival deverá ser adaptado aos quatro dias de programação (de 12 a 14 de Junho de 2020).
8.4. A lista dos classificados para a fase eliminatória será oportunamente divulgada no site do Festival e comunicada via email aos selecionados. Os mesmos serão convidados a participarem das sessões de exibição e cerimônia de premiação do Festival. Os custos de traslado, alimentação e hospedagem, serão definidos pela Comissão Organizadora do Festival, conforme a estrutura financeira disponível no momento.
8.5. Decisão dos Jurados: Será soberana e não caberá recurso ou questionamento algum com relação aos critérios usados na pré-seleção e seleção final.
8.6. As produções inscritas: O material inscrito e enviado ao Festival fará parte do seu acervo e poderá ser utilizado em exibições culturais públicas, gratuitas, em divulgação em qualquer tipo de mídia e sem finalidades comerciais. O PARTICIPANTE, no ato da inscrição, concorda e autoriza com o uso da sua produção, sem que isso represente ônus de qualquer natureza ao uso de imagem, direitos autorais e afins ao Festival, a qualquer tempo, sem limitação de número de exibições, e sem qualquer remuneração para o PARTICIPANTE.

9- Da Competição
9.1. Os filmes selecionados poderão ser exibidos em outro festival, no Brasil, durante o período do presente festival. E sempre e quando não gerem conflito entre as partes de qualquer índole , sob pena de serem excluídos do mesmo.

10- Dos Selecionados Finalistas
10.1. As produções finalistas do 1º Festival de Internacional de Cinema de Garanhuns serão apresentados e definidos por categorias pela Comissão Organizadora do Festival.
10.2. Programação: Após a divulgação dos finalistas, a programação oficial será divulgada no site www.festgan.eu.org

11 – Da Premiação
11.1. Jurado Técnico: A Comissão Selecionadora será composta por seis jurados selecionados pela Comissão
Organizadora, que avaliarão as produções com pontuação de 1 (um) a 10 (dez), para serem exibidos nas sessões
competitivas .
11.2. Júri Oficial: Os filmes selecionados e exibidos, nas sessões competitivas, concorrem à premiação definidas pela
escolha do júri oficial. A mesma é composta por cinco jurados, que avaliarão as produções
11.3. Além do Troféu poderão existir outras premiações ou menções, seguindo o critério da Comissão Organizadora, e
decorrentes de parcerias e/ou patrocínios. Havendo premiação em dinheiro, estará sujeita a tributação da legislação
vigente. Todas essas informações serão oportunamente divulgadas no site do Festival.

12 – Do Ingresso
12.1. A Comissão Organizadora do Festival não efetuará a cobrança de ingresso de público nas sessões de exibição. E disponibilizando assim, de forma gratuita, a participação de toda a comunidade em geral, e que será feita
conforme ordem de chegada. A participação de grupos escolares, estudantes de faculdade, etc., será devidamente
planejada com antecedência.

13- Das Disposições Finais
13.1. Caberá à Comissão Organizadora do Festival reservar-se ao direito de realizar ou decidir qualquer alteração no desenvolvimento geral do mesmo.
13.2. A Comissão Organizadora do Festival só se responsabilizará pelas despesas de traslado, hospedagem e alimentação dos PARTICIPANTES e convidados, conforme a disponibilidade financeira e com os quais tenha se comprometido por escrito.
13.3. A Comissão Organizadora não se responsabiliza por devoluções, imprevistos, extravios, e outras despesas
decorrentes do envio do material para a inscrição do PARTICIPANTE e produção(s).
13.4. Qualquer atitude do PARTICIPANTE, em detrimento ao presente regulamento, acarretará na sua automática exclusão do Festival.
13.5. As decisões das Comissões Selecionadoras e de premiação serão soberanas, contra as quais não caberá qualquer recurso.
13.6. Todo filme selecionado e incluído na programação do Festival não poderá ser retirado, exceto pela própria Comissão Organizadora.
13.7. A inscrição do PARTICIPANTE no Festival configura a sua automática concordância com a integralidade do presente Regulamento.
13.8. A Comissão Organizadora reserva-se ao direito de prorrogar ou não o prazo de inscrições das produções, desclassificar filmes já anunciados a fazer parte da programação, e alterar outras eventualidades.
13.9. Qualquer imprevisto ou questões omissas decorrentes do presente Festival, serão oportunamente resolvidas pela Comissão Organizadora, sendo sua decisão soberana.
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Vitrine do Cariri: Comunicurtas edição 2020 será lançado no Festcimm

Bodas de cristal para um dos festivais de cinema de maior longevidade na Paraíba. Completando 15 anos, o Festival Audiovisual de Campina Grande – Comunicurtas UEPB promete uma edição especial este ano, mesmo em tempos de pandemia. O evento, que divulga, incentiva e premia as produções audiovisuais da Paraíba e outros estados, será lançado oficialmente dentro da programação do Festival de Cinema do Meio do Mundo (Festcimm), que será realizado em formato on-line, de 9 a 11 de julho.
O Festcimm – Edição Garanhuns terá como uma das novidades, este ano, o Prêmio Comunicurtas 15 anos. Os trabalhos vencedores serão premiados com o Troféu Machado Bittencourt. A exemplo do Comunicurtas, o Festcimm tem caráter independente, cultural e educacional, com filmes de curta metragem (nacionais e internacionais), proporcionando encontros, reflexões e trocas entre realizadores, fomentando o cenário local e colocando o público em contato com obras de diversos países e estados brasileiros em um formato pouco difundido nos cinemas, que se destaca pela inventividade e diversidade de temas e abordagens estéticas.
Em sua segunda edição, o Festcimm realizará mostras competitivas e não competitivas, oficinas, debates, webinários além das premiações (Prêmio Comunicurtas 15 anos, Prêmio Criancine e o Prêmio Seu Zé de melhor filme). O público apreciador da sétima arte poderá assistir as exibições dos filmes gratuitamente e votar nos seus favoritos, através do site https://festcimm.com.br/. Também será possível acompanhar todo o festival em tempo real pelas redes sociais através do InstagramFacebook e no YouTube.
Coordenador geral do Festcimm, o cineasta Tiago A. Neves explica que o festival nasceu em Diadema, São Paulo, com a proposta de espalhar redes de festivais pelo Brasil. A edição de Garanhuns será a primeira no Nordeste. A ideia inicial era realizar um festival em espaço físico, mas, devido à pandemia, a coordenação resolveu realizar o evento no formato on-line. Tiago ressalta que o Festcimm tem caráter internacional, visto que profissionais do Brasil e do exterior vão exibir seus filmes e produtos no evento.
O coordenador geral do Comunicurtas, jornalista Hipólito Lucena, destaca as parcerias e iniciativas que o festival tem realizado com diversos festivais, a exemplo do Festcimm, como forma de movimentar a indústria audiovisual, mesmo nos tempos de crise causada pelo novo coronavírus. Ele cita como exemplo os festivais itinerantes, com destaque para o Festival de Cinema de Rua de Remígio, realizado este ano de forma on-line e que alcançou um sucesso estrondoso.
Consolidado e aguardado com muita expectativa por diretores, atores, produtores, público e demais integrantes da indústria audiovisual, o Comunicurtas 2020 deve acontecer de 30 de novembro a 2 de dezembro. Os detalhes da edição especial, assim como os nomes dos homenageados, serão conhecidos pelo público após a publicação do Edital. Hipólito enfatiza que a pretensão é realizar o Comunicurtas nos mesmos moldes das edições anteriores, inclusive com as mesmas mostras competitivas. No entanto, como a sociedade está atravessando um ano atípico, em decorrência da pandemia, não está descartada a possibilidade do festival acontecer virtualmente.
O Comunicurtas UEPB nasceu em 2006, no Curso de Comunicação Social da UEPB, e prossegue funcionando como vitrine para os cineastas e laboratório para os alunos que, a cada ano, têm a oportunidade de  trabalhar na produção do evento.

Autor desconhecido.
Publicado em 18 de junho de 2020.

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Blog Ronaldo Cesar: FESTCIMM / GARANHUNS RECEBE FESTIVAL DE CINEMA ON-LINE.

O Festcimm – edição Garanhuns acontece de forma totalmente online nos dias 9, 10 e 11 de julho e tem caráter independente, cultural e educacional com filmes de curta metragem (nacionais e internacionais), proporcionando encontros, reflexões e trocas entre realizadores (as), fomentando o cenário local e colocando o público em contato com obras de diversos países e estados brasileiros em um formato pouco difundido nos cinemas e que se destaca pela inventividade e diversidade de temas e abordagens estéticas. 


O Festival realizará mostras competitivas e não competitivas, oficinas, debates, Webinários e importantes premiações: o Prêmio Comunicurtas 15 anos, Prêmio Criancine e o “Prêmio Seu Zé” de melhor filme. 


E o melhor: tudo isso gratuitamente, claro, com você aí de dentro da sua casa. Você pode assistir os filmes e votar nos seus favoritos através do site: festcimm.com.br e acompanhar todo o festival em tempo real pelas das nossas redes sociais: Instagram, Facebook e o nosso Canal do YouTube.


Autor: Ronaldo Cesar.
Publicado em 13 de junho de 2020.
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Blog do Carlos Eugênio – FESTCIMM: Garanhuns contará com Festival de Cinema nesse Mês de Julho

Garanhuns recebe no próximo mês de julho o Festival de Cinema do Meio do Mundo (FESTCIMM), que acontecerá de forma totalmente online nos dias 9, 10 e 11 de julho e tem caráter independente, cultural e educacional com filmes de curta metragem (nacionais e internacionais).
A proposta do Festival é proporcionar encontros (virtuais), reflexões e trocas entre realizadores, fomentando o cenário local e colocando o público em contato com obras de diversos países e estados brasileiros, num formato pouco difundido nos cinemas e que se destaca pela inventividade e diversidade de temas e abordagens estéticas.


O Festcimm – Edição Garanhuns realizará mostras competitivas e não competitivas, oficinas, debates, Webinários e importantes premiações: o Prêmio Comunicurtas 15 anos; Prêmio Criancine e o “Prêmio Seu Zé” de melhor filme. E o melhor: tudo isso gratuitamente, claro, com você aí de dentro da sua casa. 


Você pode assistir aos filmes e votar nos seus favoritos através do site: festcimm.com.br, além de acompanhar todo o Festival em tempo real pelas redes sociais do Festcim, nas plataformas: Instagram, Facebook e YouTube.


Saiba mais sobre o Festcimm – Edição Garanhuns clicando em Player:




Postado por Blog do Carlos Eugênio .
Publicado em 14 de junho de 2020.
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Café Colombo: Festival de Cinema no Meio do Mundo anuncia edição online.

Em julho, o Festival de Cinema no Meio do Mundo (Festcimm) – edição Garanhuns ocorrerá de forma online. Nos dias 9, 10 e 11, curtas-metragens nacionais e internacionais serão exibidos no site oficial. Oficinas, debates, premiações e mostras competitivas e não competitivas compõem a programação que será divulgada no InstagramFacebook e Youtube.
Entre os filmes selecionados, está “Leonardo Bastião, o Poeta Analfabeto”, curta dirigido por Jefferson Sousa que aborda o universo cultural dos poetas do sertão do Pajeú, além de curtas e longas-metragem de todo o Brasil e de países como China, Estados Unidos, Canadá, Japão e Reino Unido. Também serão oferecidas quatro oficinas virtuais: Cinema instantâneo em CasaDesigns de cartazes no cinema, Expressão vocal no cinema e Direção de arte para cinema. Para se inscrever, confira mais informações no site.
Idealizado pelo cineasta garanhuense Lucas Marinho, o 2º Festcimm busca proporcionar “encontros, reflexões e trocas entre realizadores (as), fomentando o cenário local e colocando o público em contato com obras de diversos países e estados brasileiros em um formato pouco difundido nos cinemas e que se destaca pela inventividade e diversidade de temas e abordagens estéticas”, como citado nas redes sociais do festival.

Autor: Laís Guedes.
Publicado em 15 de junho de 2020.
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